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	<title>INTERCAMPI &#187; Multidimensionalidade</title>
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	<description>Associação Internacional dos Campi de Pesquisa da Concienciologia</description>
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		<title>ARTIGO: Interassistencialidade Qualificada: Interação Lúcida na Multidimensionalidade</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 11:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andréa Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Interação]]></category>
		<category><![CDATA[Interassistencialidade]]></category>
		<category><![CDATA[Lucidez]]></category>
		<category><![CDATA[Multidimensionalidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Andréa Nascimento* Um dos maiores desafios a nós, consciências em evolução, é a interação lúcida no processo assistencial aos assediadores (consciências afins a nós de maneira patológica; imaturas). Este desafio requer de nossa parte, principalmente em relação a nossa manifestação na multidimensionalidade, o desenvolvimento, bem como o esforço contínuo, de uma percepção lúcida e aguçada sobre tudo o que ocorre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="" width="600" height="100" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Andréa Nascimento*</em></p>
<p>Um dos maiores desafios a nós, consciências em evolução, é a interação lúcida no processo assistencial aos assediadores (consciências afins a nós de maneira patológica; imaturas). Este desafio requer de nossa parte, principalmente em relação a nossa manifestação na multidimensionalidade, o desenvolvimento, bem como o esforço contínuo, de uma percepção lúcida e aguçada sobre tudo o que ocorre à nossa volta, para que possamos assistir melhor as consciências envolvidas no processo assistencial. Nesse sentido, ao estarmos projetados para fora do corpo ou lúcidos para a dimensão intrafísica e extrafísica com uma maior atenção, estaremos contribuindo para um conhecimento maior sobre nós mesmos, ou seja, conhecendo nossas maneiras de nos manifestar através de nossos pensenes (pensamentos, sentimentos e energias).</p>
<p><span id="more-1015"></span>Ao identificarmos o nosso padrão pensênico multidimensionalidade, poderemos analisá-lo e, assim, levantar hipóteses sobre o nível de consciências intrafísicas e extrafísicas a que estamos tendo a oportunidade ímpar de prestar assistência. Este tipo de procedimento nos ajudará muito a saber sobre o quanto estamos assistindo para melhor, com qualidade, os nossos assediadores, o quanto estamos nos disponibilizando a ajudar o outro com suas imaturidades e, assim, promovermos a interassistência e, consequentemente, a nossa evolução consciencial.</p>
<p>Quando nos disponibilizamos à assistência às consciências, devemos nos dar conta de que vamos lidar com diversos níveis conscienciais, estejam as mesmas mais ou menos em estados patológicos do que nós, sendo os nossos próprios assediadores. Este conhecimento sobre a difícil tarefa a qual nos propomos enfrentar, diariamente, nos leva a uma constante reflexão sobre como estamos interagindo com todas as consciências com as quais nos deparamos em diversas situações do nosso dia-a-dia, seja em um supermercado, no trânsito, no trabalho, em casa e quando estamos descansando à noite e nosso psicossoma (espírito; corpo emocional) transita projetado no extrafísico. Então um questionamento vem à tona: qual o nosso nível de responsabilidade ao outro (assediador) quanto à assistência a ser realizada?</p>
<p>Portanto, a coragem de enfrentar as diversas situações em que os assediadores servirão para a qualificação da interassistência e o estudo esclarecedor sobre as possibilidades de vivências nada agradáveis nos momentos assistenciais na multidimensionalidade, principalmente aos assediadores, devem ser lembrados, constantemente, para que possamos vivenciar uma interação lúcida. Assim, teremos a oportunidade de aprendermos com as nossas imaturidades e com as do outro, na busca de uma reconciliação entre todos os envolvidos, bem como uma evolução em conjunto.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Pedagoga e pesquisadora do INTERCAMPI</em></p>
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		<title>ARTIGO: A Vivência da Compreensão no Cotidiano Multidimensional</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 11:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andréa Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Compreensão]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Multidimensionalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vivência]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Andréa Nascimento* Este artigo pretende fomentar a necessidade de se desenvolver desde cedo a competência da compreensão. Esta deverá ser conquistada por todos nós, seres humanos, consciências em evolução, para que possamos viver melhor, com respeito e qualidade interassistencial em qualquer lugar em que nos manifestemos na multidimensionalidade. Essas dimensões, segundo a Conscienciologia, são: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="Artigo da Semana" width="600" height="100" /></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por <a href="http://intercampi.org/author/andreanascimento/" target="_self">Andréa Nascimento</a></em><em>*</em></p>
<p>Este artigo pretende fomentar a necessidade de se desenvolver desde cedo a competência da compreensão. Esta deverá ser conquistada por todos nós, seres humanos, consciências em evolução, para que possamos viver melhor, com respeito e qualidade interassistencial em qualquer lugar em que nos manifestemos na multidimensionalidade.</p>
<p><span id="more-807"></span>Essas dimensões, segundo a Conscienciologia, são: a intrafísica, ou seja, da matéria, do uso do soma (corpo humano); a dimensão energética, onde ocorre a manifestação do energossoma (corpo energético); a extrafísica, na qual a consciência se manifesta de psicossoma (espírito, corpo emocional) e/ou mentalsoma (corpo do discernimento).</p>
<p>Os diferentes veículos de manifestação correspondem a diferentes frequências ou campos energéticos específicos de expressões da subjetividade de cada consciência.</p>
<p>A vivência da compreensão, tarefa difícil de ser realizada, implica em uma forma de doação e interpretação de ambas as partes, um crescendo em conjunto para que se alcance o consenso entre os envolvidos. Para isto é necessário a mudança de lugar, de percepção do outro e do mundo à nossa volta. Portanto, a disponibilidade para a compreensão exige a presença do amor, do fraternismo e da solidariedade para que haja o real acolhimento e, assim, se desencadeie o processo de compreensão.</p>
<p>Um dos maiores problemas da compreensão é a comunicação. Apesar das novas tecnologias, ainda não conseguimos superar o problema da incompreensão. As máquinas auxiliam no comunicar e orientar procedimentos ou divulgar informações, porém, não favorecem o diálogo necessário à compreensão porque não foram feitas para tal empreendimento, foram feitas para facilitar o fluxo informacional.</p>
<p>A competência da compreensão pode ser considerada, ainda, inconsistente na nossa convivência cotidiana, uma vez que vemos nas ruas, nas nossas casas, nas nossas repartições de trabalho, nos supermercados, nas escolas e em todos os lugares por onde transitamos, a presença da incompreensão.</p>
<p>Essa realidade é, também, constatada pelas pessoas, conscins (consciências intrafísicas) projetadas com lucidez na dimensão extrafísica que relatam diversas situações de conflito, onde fica impossível resolvê-las por diversos motivos.</p>
<p>Os motivos mais apontados são aqueles em que a conscin se acha a “dona” da verdade ou superior aos outros com quem convive; a que não se disponibiliza a escutar o que o outro tem a lhe dizer; a que se acha vítima de toda situação; a que trata mal qualquer pessoa; e outras atitudes que terminam dificultando o processo de desenvolvimento da compreensão entre os envolvidos.</p>
<p>Neste mesmo sentido, as consciexes (consciências extrafísicas) também apresentam essas atitudes e, o mais greve, muitas reproduzem determinados comportamentos por falta de lucidez de sua condição, ou seja, as mesmas não reconhecem o fato de não viverem mais entre os seres humanos com seus corpos físicos. Muitas consciexes passam a ter comportamentos hostis a qualquer movimento assistencial a elas porque não compreendem o que está acontecendo e ficam revoltadas, agressivas, dificultando a interação para a realização da assistência.</p>
<p>Diante disto, ao desenvolvermos a competência da compreensão, principalmente acerca da realidade multidimensional, desde cedo, quando somos crianças, e continuarmos a aplicá-la durante toda a nossa existência como conteúdo da nossa educação, poderemos colher frutos que podem vir a facilitar a nossa convivência diária tanto com conscins e consciexes na multidimensionalidade.</p>
<p>Portanto, como seres humanos, consciências em processo de evolução, sugerimos a vivência da comunicação altruísta, madura e compartilhada para que possamos nos ajudar no nosso processo de auto e heterocompreensão em qualquer ambiente que nos encontrarmos.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Pedagoga e pesquisadora do INTERCAMPI</em></p>
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		<title>ARTIGO: A Importância da Geografia na Multidimensionalidade</title>
		<link>http://intercampi.org/2009/12/24/artigo-a-importancia-da-geografia-na-multidimensionalidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 11:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andréa Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia]]></category>
		<category><![CDATA[Multidimensionalidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Andréa Nascimento, pedagoga, pesquisadora e voluntária do INTERCAMPI Cada lugar tem diversas características que o fazem diferente de outro. Na multidimensionalidade, ou seja, nas dimensões intrafísica e extrafísicas, também há características que as diferem uma da outra. Na dimensão intrafísica na qual hoje vivemos e onde atuamos com o corpo físico, dependendo do lugar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="Artigo da Semana" width="600" height="100" /></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por <a href="http://intercampi.org/author/andreanascimento/" target="_self">Andréa Nascimento</a></em><em>, pedagoga, pesquisadora e voluntária do INTERCAMPI</em></p>
<p>Cada lugar tem diversas características que o fazem diferente de outro. Na multidimensionalidade, ou seja, nas dimensões intrafísica e extrafísicas, também há características que as diferem uma da outra.</p>
<p><span id="more-550"></span>Na dimensão intrafísica na qual hoje vivemos e onde atuamos com o corpo físico, dependendo do lugar onde moramos, podemos ver paisagens rurais ou urbanas. Tais paisagens podem servir de referências na nossa vida quando viajamos para uma outra região ou quando nos projetamos para outras dimensões extrafísicas.</p>
<p>Quando nos projetamos para fora do nosso corpo, experimentamos a projeção consciente e, muitas vezes, atravessamos diversos sítios que podem ser diferentes ou parecidos com o nosso lugar de morada.  Esta situação de reconhecimento do local no extrafísico pode nos dar um senso de orientação quando queremos chegar em algum lugar situado no intrafísico, mesmo nos movimentando no extrafísico.</p>
<p>O fato de estarmos preocupados com alguma pessoa que conhecemos e que está morando distante pode ser um reforço a nossa viagem extrafísica. Podemos visitá-la e identificar na sua cidade ou campo uma geografia que lhe confere ser o lugar em que a pessoa necessitada de assistência vive. Mesmo sem nunca ter estado no lugar em que o seu conhecido vive, a sua experiência da projeção consciente e a identificação de uma paisagem geográfica do lugar podem servir de constatação tanto para você como para o seu conhecido de que houve realmente uma visita ao local.</p>
<p>Outro fato interessante é o de nos percebermos no extrafísico em local perto ou distante da nossa casa e reconhecermos o lugar, mesmo que este apresente algumas diferenças na dimensão extrafísica. Uma praia conhecida e frequentada por nós no intrafísico pode se apresentar diferente no extrafísico e, mesmo assim, nós a reconhecemos como a praia do intrafísico. O que acontece, geralmente, é que naquele determinado local parageográfico (geografia extrafísica) há uma concentração de consciências, sejam elas intrafísicas ou extrafísicas, que por algum motivo são levadas ou atraídas para esse lugar modificado pelo holopensene (conjunto de pensamentos, sentimentos e energias).</p>
<p>As viagens extrafísicas ou as experiências fora do corpo podem servir de aliadas à promoção da assistência na multidimensionalidade. A parageografia pode nos oferecer referências para a nossa localização, sabermos se estamos em local perto da dimensão intrafísica ou bem distante em local totalmente diferente do que já vimos nesta dimensão intrafísica.</p>
<p>A consciência intrafísica que se esforça a ter projeções conscientes assistenciais pode passar por diversas experiências riquíssimas para a sua vida, pois ela pode exercitar a saída do egocentrismo e do sociocentrismo. Ao vivenciar experiências de projeções pela multidimensionalidade afora, perceberá que existem diversos lugares singulares e consciências também diferentes daquelas com que convive, o que a ajudará a desenvolver sentimentos altruístas em relação a tudo e a todos, reforçando o aparecimento natural de respeito a toda consciência, aos seus costumes e culturas, bem como as diversas formas de cada um perceber e ver o seu mundo, a sua realidade.</p>
<p>A consciência intrafísica assistencial, experimentadora da multidimensionalidade, poderá experimentar várias oportunidades ímpares que ampliem seus horizontes, promovam a flexibilidade em suas atitudes ou modos de pensar e abram novas fronteiras ao conhecimento e à vivência extrafísica.</p>
<p>Os relatos e trocas de experiências e o exercício de colocar-se no lugar do outro constituem oportunidades auto e heteroassistenciais que surgem no trilhar da consciência que se dispõe a conhecer a realidade geográfica da multidimensionalidade.</p>
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