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	<title>INTERCAMPI &#187; Autocientificidade</title>
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	<description>Associação Internacional dos Campi de Pesquisa da Concienciologia</description>
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		<title>ARTIGO: Reflexão sobre a Autocientificidade</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 15:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara Boeckmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Autocientificidade]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="Artigo da Semana" width="600" height="100" /></p>
<p>Muito interessante um exercício de reflexão sobre o nível de cientificidade que foi possível ser realizado por esta autora durante um curso de Qualificação Docente. Um teste de comparação entre cientificidade e ceticidade. Numa coluna, estava uma lista de conceitos cientificamente comprovados, conhecidos por informação, porém, raramente vivenciados. Aliás, exceto pelos cientistas que estudam tais fenômenos, poucas pessoas conhecem ou vivenciaram: buracos negros, prótons, força elétrica atômica, células, DNA. Quantas pessoas já os viram, comprovaram sua existência, pessoalmente? No entanto, acreditam. Pois os cientistas garantem que existem!</p>
<p><span id="more-264"></span>Na outra coluna, estavam fenômenos parapsíquicos, que esta autora, com elevado nível de ceticismo, já experimentou, por repetidas vezes, tais como: o estado vibracional, a pulsação de chacras, energias terapêuticas, campo energético interpalmar, entre outros.</p>
<p>Muitas pessoas já vivenciaram as mais diversas experiências parapsíquicas. Algumas até mesmo viram e ouviram consciências extrafísicas (espíritos). Mesmo experienciando fenômenos parapsíquicos, essas pessoas dizem para si mesmas que nada disso existe, que eles são alucinações auditivas, visuais, entre outras.</p>
<p>Ao longo da história da humanidade há registros de fenômenos vivenciados pelos seres humanos, que ocorreram em épocas distintas, em várias civilizações e tribos, por todo o planeta. Há relatos produzidos pelos experimentadores que se assemelham, independente de quaisquer conexões de conhecimentos entre aqueles que descreveram seus fenômenos. Mesmo assim, muitos desses experimentadores afirmam não acreditar na realidade parapsíquica.</p>
<p>Quais as razões dessas posturas díspares entre os contextos relatados? O que leva um ser humano a acreditar em algo inacessível a si, que outrem (cientista) lhe conta que existe ao mesmo tempo que nega suas próprias vivências? A resposta muitas vezes é: “mas isso é comprovado <em>cientificamente”.</em> Qual o significado desta afirmação? A repetição do fenômeno por qualquer experimentador está no cerne do que seja considerado “cientificamente comprovado”.</p>
<p>Concorda-se que a postura científica é a melhor. Significa que qualquer pessoa, se quiser experimentar, pode ir ao laboratório específico e ver com os próprios olhos, por exemplo, uma cadeia do DNA (embora possa continuar duvidando, pensando que aquilo foi forjado). Para que haja uma aceitação no meio científico, na prática, é imprescindível que um número expressivo de pessoas (cientistas) reafirme o que outros experimentaram, até termos uma contundente prova científica do fenômeno.</p>
<p>Permanece o questionamento: porque não acreditamos nas experimentações de milhares de pessoas, com relação aos fenômenos parapsíquicos? Isto indica que as premissas do que nós acreditamos é que muitas vezes não são questionadas. O ceticismo positivo, onde é justo questionarmos o que não experienciamos por nós mesmos, tem o seu valor. O ceticismo negativo, em que se nega simplesmente por não querer acreditar (por crenças e valores pessoais), não acrescenta nada à evolução consciencial, à ciência ou à humanidade.</p>
<p>Dentro do paradigma consciencial, a Projeciologia concentra as vivências práticas multidimensionais da Conscienciologia. Inclui a experimentação das energias, das projeções conscienciais lúcidas, e fenômenos como clarividência, precognições e retrocognições.  Estes fenômenos são estudados de forma sistemática, científica. O que diferencia a cientificidade do paradigma consciencial são os instrumentos de experimentação, onde o objeto de estudo é, ao mesmo tempo, o observado e o observador. O cientista é o laboratório de pesquisa.</p>
<p>Diante do exposto, é preciso não ficar cético às nossas próprias parapercepções, negar percepções além dos sentidos do soma. Há muito que conhecer sobre a realidade parapsíquica. Infelizmente, a ciência cartesiana ainda não investiu o suficiente nas pesquisas conscienciais. Sem dúvida, tanto para a ciência tradicional quanto para o paradigma consciencial, cada um de nós precisa buscar a vivência prática, o experimento, registro e repetição de fenômenos. Ponderar energia e prática. Mediar a própria ceticidade. Isto é vivência da autocientificidade.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 216px; width: 1px; height: 1px;">Quais as razões dessas posturas díspares entre os contextos relatados? O que leva um ser humano a acreditar em algo inacessível a si, que outrem (cientista) lhe conta que existe ao mesmo tempo que nega suas próprias vivências? A resposta muitas vezes é: “mas isso é comprovado cientificamente”. Qual o significado desta afirmação? A repetição do fenômeno por qualquer experimentador está no cerne do que seja considerado “cientificamente comprovado”.</div>
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