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	<title>INTERCAMPI &#187; Artigos</title>
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	<description>Associação Internacional dos Campi de Pesquisa da Concienciologia</description>
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		<title>Autogestão Existencial</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 21:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>intercampi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Clara Emilie Boeckmann Vieira* A vida intrafísica é oportunidade evolutiva – isto é, oportunidade de crescimento pessoal, aprendizagens e autorrealização íntima. Contudo, frequentemente não conseguimos nos organizar, somos engolidos pelas rotinas do dia a dia, ou caímos no “deixa a vida me levar”, desperdiçando estas oportunidades. Por esta razão, resolvi escrever aqui um pequeno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Clara Emilie Boeckmann Vieira*</em></p>
<p>A vida intrafísica<strong> </strong>é oportunidade<strong> </strong>evolutiva – isto é, oportunidade de crescimento pessoal, aprendizagens e autorrealização íntima. Contudo, frequentemente não conseguimos nos organizar, somos engolidos pelas rotinas do dia a dia, ou caímos no “deixa a vida me levar”, desperdiçando estas oportunidades.</p>
<p>Por esta razão, resolvi escrever aqui um pequeno resumo das aulas e observações pessoais do excelente curso <em>Autogestão Existencial </em>ministrado pela Associação Internacional da Programação Existencial (APEX), realizado recentemente na modalidade a distância (<a href="http://www.apexinternacional.org/">www.apexinternacional.org</a>).</p>
<p>Preliminarmente, para aqueles que não conhecem a Conscienciologia – ciência que estuda a consciência (alma, self, ego), é importante considerar que este novo paradigma considera que somos consciências em evolução através de várias vidas, dentro de um contexto multidimensional, e isto com diversas implicações que não serão abordadas neste artigo, no qual busquei sintetizar aquilo que diz respeito a gestão da vida pessoal.</p>
<p>A autogestão existencial é a coordenação dos recursos pessoais visando ao cumprimento da missão de vida, ou completismo existencial. Neste sentido, os objetivos envolvem aumentar a nossa capacidade de ajudar outras pessoas, aproveitar as oportunidades evolutivas, o controle da vida, e o bem estar.</p>
<p>No processo de autogestão existencial, podemos nos organizar de acordo com as áreas da vida, conforme exemplos de ações abaixo, para a proposta de áreas da vida da APEX:</p>
<ol>
<li><strong>Interassistencialidade</strong> (ajudarmos uns aos outros, assistência mútua) &#8211; Tenepes (Tarefa Energética Pessoal), Gescons, oportunidades no cotidiano;</li>
<li><strong>Extrafisicalidade</strong> (vivências das outras dimensões extrafísicas) &#8211; Projeção Lúcida, Estado Vibracional, Domínio das energias;</li>
<li><strong>Finanças pessoais &#8211; </strong>Pé de meia, estabilidade financeira;</li>
<li><strong>Interconsciencialidade </strong>(Relacionamentos com as outras pessoas) &#8211; Convivialidade sadia, Dupla evolutiva (parceiro evolutivo), Família, Amigos;</li>
<li><strong>Profissional &#8211; </strong>Trinômio motivação-trabalho-lazer = Fazer o que gosta;</li>
<li><strong>Saúde  &#8211; </strong>Exercícios físicos, alimentação equilibrada, lazer;</li>
<li><strong>Intraconsciencialidade </strong>(relacionamento consigo mesmo, desenvolvimento pessoal) &#8211; Evolução consciencial, superações de traços negativos, desenvolver parapsiquismo, Estudos, Autopesquisa;</li>
<li><strong>Outras &#8211; </strong>Otimização do bem estar da moradia para facilitar a evolução consciencial.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>As premissas para a boa autogestão envolvem conhecer a si mesmo, conhecer o ambiente em que vivemos e conhecer as nossas relações com o ambiente. É importante tomarmos consciência de alguns mitos sobre felicidade, tais como: (a) o prazer é a única fonte de felicidade; (b) apenas o alcance das metas gera felicidade; (c) a cultura é a indicadora da felicidade. Listo algumas causas da má gestão existencial: (1) Hipertrofia de uma área – dedicação excessiva a uma área da vida; (2) Hipotrofia de uma área – dedicação abaixo do mínimo a uma área da vida; (3) Mesclagem excessiva – muitas atividades diferentes no mesmo período; (4) Excesso de responsabilidades; (5) Conduta perdulária; (6) Ausência de autogestão existencial – “deixa a vida me levar”; (7) Automimeses dispensáveis – repetições de atitudes e escolhas antievolutivas; (8) Dispersão Existencial – falta de foco; (9) Acomodação Consciencial  &#8211; comodismo; (10) Más companhias.</p>
<p>Pode ser útil refletir sobre algumas premissas relacionadas à felicidade:</p>
<ol>
<li> A felicidade depende mais de como interpretamos os acontecimentos externos do que eles em si.</li>
<li>A felicidade se alcança através do domínio da nossa consciência através do autoconhecimento.</li>
<li>A qualidade de nossas experiências é alcançada satisfatoriamente em nossas atividades cotidianas.</li>
</ol>
<p>O curso ressalta elementos de automotivação, como vontade, percepção, emoção, pensamento, foco, hábito, autodidatismo, e elenca as funções do autogestor:</p>
<ol>
<li>Autoplanejamento Existencial. Planejar a própria vida.</li>
<li>Auto-organização Existencial. Elaborar a estrutura da vida.</li>
<li>Autodireção Existencial. Dirigir, guiar ou conduzir a própria vida.</li>
<li>Autocontrole Existencial. Garantir o cumprimento do planejado.</li>
<li>Autocapacitação Existencial: capacitar-se para a vida.</li>
<li>Automanutenção Existencial: a preservação da vida pessoal.</li>
</ol>
<p>Para o autoplanejamento existencial, é necessário definir objetivos evolutivos, indicadores, metas e o detalhamento das ações. Além de uma boa auto-organização, é importante saber priorizar, fazendo escolhas lúcidas, evolutivas e condizentes com a realidade pessoal. Finalizo este resumo recomendando o curso da APEX, que foi muito assistencial para mim.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Voluntária do INTERCAMPI em Recife</em></p>
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		<title>Resenha do livro &#8220;Inabalável – Memórias&#8221;, de Wangari Maathai – Um enfoque conscienciológico</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 21:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>intercampi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Clara Emilie Boeckmann Vieira* Em tempos de planejamento para o futuro, nada como ler um livro que mostra como a Paz pode e deve ser construída pela iniciativa de seres humanos. Wangari Maathai foi prêmio Nobel da Paz em 2004. Liderou o Movimento Cinturão Verde e lutou pela democracia e dignidade de seu povo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Clara Emilie Boeckmann Vieira*</em></p>
<p>Em tempos de planejamento para o futuro, nada como ler um livro que mostra como a Paz pode e deve ser construída pela iniciativa de seres humanos. Wangari Maathai foi prêmio Nobel da Paz em 2004. Liderou o Movimento Cinturão Verde e lutou pela democracia e dignidade de seu povo no Quênia. Nascida em comunidade do povo quicuio, estudou e tornou-se bióloga e professora universitária. Mãe de três filhos, foi presa e ameaçada de morte. Em <em>Inabalável</em>, descreve sua impressionante autobiografia, com elegância e austeridade tocantes, sem dramatizações, sem autovitimizações. Um livro que nos impressiona e nos mostra que podemos, e nos motiva a querermos, fazer algo pela sociedade e pelo mundo em que vivemos. Coragem, perseverança, tolerância e serenidade são traços fortes desta consciência que não por acaso, recebeu tantos prêmios de reconhecimento pelo seu incansável e inabalável trabalho. Vale a pena a leitura de sua autobiografia completa.</p>
<p>Wangari nasceu em 1<sup>o</sup> de abril de 1940. Teve excelente infância, dentro da cultura do povo quicuio, vivendo da agricultura familiar. A educação nas tradições quicuias ajudaram em sua formação. “O que eu sei, agora, é que meus pais me criaram num ambiente que não propiciava medo ou insegurança. Pelo contrário, eu tinha muitas razões para sonhar, ser criativa.”</p>
<p>Wangari também fala de seu povo, sua cultura, sua família, sua vida afetiva. É um exemplo de ser humano e de cidadã do mundo. Demonstra a importância do respeito ao meio ambiente, da sustentabilidade, do equilíbrio ambiental. “Aprendi que havia uma relação entre o sistema de raízes da figueira e os lençóis de água. As raízes se enfiavam no solo, abrindo caminho entre as pedras que ficavam abaixo da superfície e mergulhando então na água contida no subsolo. Esta subia pelas raízes até encontrar uma depressão ou um ponto fraco no solo, e aí brotava sob a forma de fonte (&#8230;) O respeito da comunidade pela figueira, ajudava a preservar o riacho (&#8230;) as árvores também davam firmeza ao solo, evitando a erosão e deslizamentos (&#8230;) essas práticas culturais e espirituais contribuíram para a preservação da biodiversidade.”</p>
<p>A idealização do Movimento Cinturão Verde surgiu pela busca de soluções para o estado de degradação ambiental que o Quênia apresentava. A ideia de plantar árvores proveria madeira para as mulheres prepararem alimentos, material para construção de cercas e forragem para os rebanhos, sombra para os homens e animais, protegeria os lençóis freáticos, e firmaria o solo e se fossem frutíferas, produziriam alimento.</p>
<p>Desde suas primeiras tentativas por melhores condições para o povo queniano, começou a sofrer represálias – do governo, da sociedade elitista em que vivia, e até de seu próprio marido. Parte da cultura local revelava primitivismo. “Ninguém tinha me avisado – e nunca me passou pela cabeça – que, para o nosso casamento sobreviver, eu deveria fazer de conta que não era bem sucedida e negar os talentos que Deus me deu.” Divorciou-se, teve as primeiras possibilidades de concorrer ao Parlamento, eliminada, perdeu sua casa, o cargo na Universidade de Nairobi, única do país e controlada pelo Governo.</p>
<p>Por várias páginas Wangari descreve muitas das contestações a respeito de diversas ações corruptas do governo. Enviou cartas ao governo, mobilizou pessoas por diversas causas. Foi presa várias vezes injustamente. E até sofreu violência da polícia queniana. Mas Wangari foi forte e determinada. Com coragem e persistência enfrentou as dificuldades e conseguiu movimentar várias pessoas contra projetos e ações irregulares do governo ditatorial. Recebeu apoio da mídia e de diversas organizações internacionais, que passaram a investir no Movimento, que fez história e acabou lhe dando o Nobel. “Nas eleições de 2002, quando foram abertas as urnas da primeira elei­ção livre e limpa do Quênia (&#8230;) fiquei estarrecida e gratificada ao constatar que eu tinha sido eleita para o Parla­mento com 98% dos votos válidos (&#8230;). Foi uma época maravilhosa para o Quênia. Depois de 24 anos de lutas, de prisões, espancamentos e insultos, mas também de determinação, perseverança e esperança, tínhamos enfim nos unido e, naquele dia de dezembro, podíamos proclamar com o maior orgulho: &#8220;Nós conseguimos mudar o Quênia. Trouxemos de volta a democracia! E fizemos isso sem derramamento de sangue.”</p>
<p>A história de Wangari indica que ela nasceu com um propósito maior de vida. Segundo a Conscienciologia, somos consciências em evolução, através de várias vidas e, alcançando determinado nível de maturidade, viemos a cada nova vida com uma programação existencial. Esta programação considera nossos traços pessoais, conquistas evolutivas que nos preparam para tarefas mais ou menos elaboradas, de acordo com nossa capacidade.</p>
<p>“As árvores foram parte essencial da minha vida e me ensinaram muitas lições. Elas são símbolos vivos de paz e esperança. Uma árvore tem suas raízes no chão e, mesmo assim, se ergue para o céu. Ela nos diz que, para ter qualquer aspiração, precisamos estar bem assentados e que, por mais alto que possamos chegar, é de nossas raízes que tiramos nossa base de sustentação.” (p.347)</p>
<p>A história e as palavras da autora já falam por si. Amplio apenas um pouco mais, sob o enfoque conscienciológico. Para mim, nossas raízes, de onde viemos, dizem respeito a nossa origem multidimensional. Do que consta em nossa ficha evolutiva, nossa essência integral, consciências milenares que somos. As palavras da autora trazem preciosos conceitos conscienciológicos, relacionados ao Universalismo, à Cosmoética (ética que vai além da humana, respeitando a tudo e a todos os seres). Falam de Maxifraternidade, de coragem, de autoenfrentamento, apesar dos trechos emotivos. Wangari nasceu em uma tribo africana, morava em casa de chão batido. Tornou-se Doutora, Professora, parlamentar, defensora da ecologia e dos direitos humanos. Uma existência exemplar, e consciencialmente evolutiva, indicadora de que realmente veio com uma “missão de vida”, uma vida planejada.</p>
<h3>Referência</h3>
<p>MAATHAI, Wangari. <em>Inabalável – memórias.</em> Nova Fronteira, 2007.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Voluntária do INTERCAMPI em Recife</em></p>
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		<title>Conscienciograma</title>
		<link>http://intercampi.org/2012/02/16/conscienciograma/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 14:11:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>intercampi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Thiago Leite* A Conscienciologia considera que cada consciência, ou seja, cada pessoa, se encontra em processo evolutivo que abrange várias vidas (multiexistencialidade), alternando-se existências intrafísicas (na dimensão material, onde nos manifestamos através do corpo humano) e extrafísicas (entre duas vidas humanas, quando nos manifestamos principalmente pelo psicosssoma – corpo emocional, conhecido popularmente como corpo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Thiago Leite*</em></p>
<p>A Conscienciologia considera que cada consciência, ou seja, cada pessoa, se encontra em processo evolutivo que abrange várias vidas (multiexistencialidade), alternando-se existências intrafísicas (na dimensão material, onde nos manifestamos através do corpo humano) e extrafísicas (entre duas vidas humanas, quando nos manifestamos principalmente pelo psicosssoma – corpo emocional, conhecido popularmente como corpo astral).</p>
<p>A ciência da consciência propõe uma escala evolutiva, cujo ápice é o <em>Homo sapiens serenissimus</em> ou Serenão/Serenona, considerado o limite de desenvolvimento individual na existência intrafísica. Em teoria, o Serenão é um ser humano, homem ou mulher, com domínio de todos os seus veículos de manifestação (holossoma) e de todas as suas faculdades conscienciais, trabalhando em processo assistencial muito mais amplo do aquele realizado pela pessoa comum, de abrangência continental e multidimensional (policarma), anonimamente, sem assédios interconscienciais e sem gerar dependências de qualquer tipo.</p>
<p>A maioria de nós podemos ser considerados Pré-Serenões comuns, que ainda não alcançamos a condição de ser desperto (dessassediado permanente total, com 50% do desempenho do Serenão) nem a de Orientador Evolutivo (75%), estando numa média de 25%. O Serenão, nessa escala, teria 100% do desenvolvimento de seu domínio holossomático e de seus atributos conscienciais.</p>
<p>O pesquisador Waldo Vieira, propositor da Conscienciologia, apresentou em 1996 a obra <em>Conscienciograma: Técnica de Avaliação da Consciência Integral.</em> Ao mesmo tempo um livro e uma técnica, o Conscienciograma é uma ferramenta da Conscienciometria, especialidade da Conscienciologia que busca meios para cada consciência aferir qualitativa e quantitativamente seu próprio desempenho evolutivo, tendo como modelo e parâmetro o Serenão.</p>
<p>O <em>Conscienciograma</em> é composto de 2.000 perguntas a serem autoaplicadas e respondidas com uma nota, cuja média dá à consciência uma estimativa de seu desempenho evolutivo e dos esforços que precisa empreender para se melhorar. As questões não têm resposta certa ou pronta, e devem ser norteadoras da autorreflexão, a ser aplicada com autocriticidade.</p>
<p>Eis um exemplo de questão referente à Bioenergética e ao aspecto da sanidade (homeostase da consciência intrafísica – conscin), encontrada na página 83 do <em>Conscienciograma:</em></p>
<p>“Qual a sua lucidez quanto às prioridades na defesa do <em>holososma?</em> Você já perpetrou alguma tentativa de <em>suicídio?”</em></p>
<p>As perguntas estão divididas em duas seções principais. A primeira considera os aspectos holossomáticos da consciência intrafísica (conscin), ou seja, as condições de seu soma (corpo físico), seu energossoma (corpo energético), seu psicossoma (corpo emocional) e seu mentalsoma (corpo mental ou paracorpo do discernimento). A segunda explora os atributos conscienciais da liderança (maturidade quanto à vida social), comunicabilidade (maturidade quanto à cultura didática), priorização (maturidade quanto ao livre-arbítrio), coerência (maturidade quanto à moral inicial), consciencialidade (maturidade quanto ao tempo evolutivo) e universalidade (maturidade quanto à Cosmoética).</p>
<p>Cada um desses 10 aspectos (veículos de manifestação e atributos conscienciais) está dividido em 10 subseções, cada uma contendo 20 questões. O desafio da consciência disposta a se submeter ao <em>Conscienciograma</em> é completar todas as 2.000 questões, refletindo com discernimento sobre cada uma delas. Esse processo não só auxilia a pessoa a se conhecer de maneira mais profunda, mas também aponta os aspectos em que a consciência já tem um bom desempenho (traços-força – trafores), aqueles que precisam ser melhorados (traços fardos – trafares) e os que precisam ser adquiridos (traços faltantes – trafais).</p>
<p>Você já procurou se aprofundar num autodiagnóstico para aferir seu desempenho evolutivo? Tem ideia de quais sejam seus traços-força, traços fardos e traços faltantes?</p>
<p>Para mais detalhes sobre Conscienciometria e o <em>Conscienciograma,</em> a CONSCIUS – Associação Internacional de Conscienciometria Interassistencial, sediada em Foz do Iguaçu/PR, oferece cursos voltados para esses assuntos. Informações: www.conscius.org.br.</p>
<p>Referência: VIEIRA, Waldo. <em>Conscienciograma: Técnida de Avaliação da Consciência Integral.</em> Rio de Janeiro: IIPC, 1996.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Voluntário do INTERCAMPI em Natal</em></p>
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		<title>Gestão por Competências – Ferramenta Evolutiva no Ambiente Organizacional</title>
		<link>http://intercampi.org/2012/02/09/gestao-por-competencias-ferramenta-evolutiva-no-ambiente-organizacional/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 09:49:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>intercampi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Clara Emilie Boeckmann* Tenho trabalhado em um projeto de preparação para a implantação da Gestão por Competências em instituição pública. Os objetivos do projeto são divulgar e explicar o que é a Gestão por Competências (GPC), debater a proposta, dirimir dúvidas, buscar a gestão participativa, esclarecendo que são as pessoas que construirão a GPC, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Clara Emilie Boeckmann*</em></p>
<p>Tenho trabalhado em um projeto de preparação para a implantação da Gestão por Competências em instituição pública. Os objetivos do projeto são divulgar e explicar o que é a Gestão por Competências (GPC), debater a proposta, dirimir dúvidas, buscar a gestão participativa, esclarecendo que são as pessoas que construirão a GPC, como coparticipantes do processo.</p>
<p>É uma tarefa desafiadora, mas <span style="text-decoration: underline;">tem tudo a ver com meus ideais profissionais e de vida.</span> Não desisto dos ideais de contribuir para o desenvolvimento de uma cultura organizacional mais profissional, ética e responsável, com reverberações para a sociedade. Vislumbro a possibilidade das pessoas se autorrealizarem em seu trabalho, por se sentirem úteis, fazendo atividades de que gostem, em um ambiente agradável, com situações que promovam a aprendizagem pessoal e profissional. A metodologia da Gestão por Competências vem a este encontro.</p>
<p>Tudo isso tem muito a ver com várias proposições da Conscienciologia, às quais trago algumas aproximações, como o conceito do trinômio motivação-trabalho-lazer, que estabelece que tenhamos um trabalho que traga satisfação e evolução pessoal, afinal, 1/3 de nosso dia é dedicado ao trabalho. <span style="text-decoration: underline;">Não é mundo cor de rosa.</span> Os conflitos e crises sempre existirão, sem o que não haveria mudança, crescimento, evolução. Às vezes realmente dói. Mas é então que reciclamos, que revemos as escolhas e, frequentemente, mudamos nossos caminhos: evoluímos.</p>
<p><em>Por que a Gestão por Competências é uma ferramenta evolutiva?</em></p>
<p>Em síntese, a GPC, a partir dos objetivos e metas a serem alcançados pela organização, consiste em identificar e corrigir a lacuna entre as competências necessárias para a concretização dos resultados e as competências internas disponíveis. Toda uma metodologia e tecnologia já existem para garantir este trabalho, como a apresentada no livro <em>Aplicação Prática de Gestão por Competências,</em> de Rogério Leme (Ed. QualityMark), que acaba gerando os seguintes resultados e respectivos significados evolutivos conscienciológicos:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Ações da GPC</th>
<th>Significados evolutivos</th>
</tr>
<tr>
<td>Identificação das metas e objetivos;<br />
Identificação de talentos (competências) necessários às pessoas envolvidas, para o alcance das metas;</td>
<td>Cultura do planejamento;<br />
Priorização; Auto-organização;<br />
Elaboração do Projeto de Vida;<br />
Gestão por Resultados.</td>
</tr>
<tr>
<td>Levantamento dos perfis (competências) existentes nas pessoas que realizarão as tarefas para o alcance das metas;</td>
<td>Incentivo e promoção do autoconhecimento;<br />
Identificação de traços-força e traços faltantes.</td>
</tr>
<tr>
<td>Avaliação de Desempenho – feedback entre gestor e equipe, podendo cada um ser avaliador e também avaliado; Desenvolvimento dos líderes;</td>
<td>Processo de interassistência;<br />
Exercício de heterocríticas e autocríticas sadias, construtivas;<br />
Importância da liderança e do exemplarismo.</td>
</tr>
<tr>
<td>Desenvolvimento de competências (que faltam ou que precisam ser reforçadas) para que as pessoas alcancem as metas;</td>
<td>Evolução pessoal; Desenvolvimento de pessoas – comportamentamental e técnico; Aprendizagem.</td>
</tr>
<tr>
<td>Observação: Freqüentemente se descobre que as pessoas possuem talentos para outras tarefas, remanejando-as para atividades mais condizentes com seu perfil.</td>
<td>Ajustes organizacionais;<br />
Oportunidades de novos desafios e mudanças;<br />
Reciclagens evolutivas.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Importante considerar que a Conscienciologia, estudo da consciência (ego, alma, self), é uma proposta diferenciada. Não estamos aqui comparando. Apenas apresentamos algumas aproximações em que a Conscienciologia pode contribuir para as abordagens da Gestão de Pessoas e traçando alguns paralelos práticos, demonstrando como inserir as vivências evolutivas no nosso dia a dia nas organizações de trabalho. As bases do paradigma consciencial incluem (1) a multisserialidade – somos consciências em evolução, através de várias vidas; (2) a multidimensionalidade – existem várias dimensões, não apenas a intrafísica; (3) a holossomaticidade – a consciência se manifesta através de vários veículos – o corpo físico, o psicossomático, o energético e o mentalsomático; (4) a interassistencialidade – quando ajudamos o outro, ajudamos a nós mesmos; nos ajudando mutuamente, evoluímos mais e melhor; (5) a autopesquisa – nos conhecermos para podermos evoluir, a partir do conhecimento de nossos traços pessoais, valores, prioridades.</p>
<p>É neste ponto relacionado à autopesquisa que a GPC mais se aproxima como ferramenta evolutiva, que pode se desenvolver nos ambientes organizacionais – públicos e privados.</p>
<p>A Gestão por Competências integra vários processos da Gestão de Pessoas, que visa a otimizar a produtividade dos seus colaboradores, para o alcance dos objetivos da empresa, ao mesmo tempo em que procura gerar satisfação e desenvolvimento das pessoas. Há várias abordagens evolutivas nesta temática – motivação, liderança, trabalho em equipe, entre outros. Assim, percebe-se que em tudo o que vivenciamos, podemos encontrar oportunidades evolutivas para as pessoas – em casa, no trabalho, onde quer que estejamos. Não apenas no plano intrafísico e profissional, mas também para a evolução consciencial (pessoal, íntima) de cada um.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Voluntária do INTERCAMPI em Recife</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Assistenciologia: Ciência da Assistência Interconsciencial</title>
		<link>http://intercampi.org/2012/02/02/assistenciologia-ciencia-da-assistencia-interconsciencial/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 08:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>intercampi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Cláudia Prado]]></category>
		<category><![CDATA[Assistência]]></category>
		<category><![CDATA[Assistenciologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Interconsciencialidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ana Claudia Prado* A Assistenciologia é a especialidade da Conscienciologia aplicada ao estudo das técnicas de amparo e auxílio entre as consciências (alma, ego, espírito, personalidade, eu, entre outros) para o desenvolvimento da megafraternidade fundamentada pelo sentimento de amor cósmico por todas as consciências. Conforme a Enciclopédia da Conscienciologia, a palavra assistência deriva do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Ana Claudia Prado*</em></p>
<p>A <em>Assistenciologia </em>é a especialidade da Conscienciologia aplicada ao estudo das técnicas de amparo e auxílio entre as consciências (alma, ego, espírito, personalidade, eu, entre outros) para o desenvolvimento da megafraternidade fundamentada pelo sentimento de amor cósmico por todas as consciências.</p>
<p>Conforme a <em>Enciclopédia da Conscienciologia</em>, a palavra <em>assistência </em>deriva do idioma Latim, <em>assistentia, </em>“ajuda; socorro”, e esta de <em>assistens </em>ou <em>adsistens. </em>Apareceu no Século XVI. O elemento de composição <em>logia</em> procede do idioma Grego, <em>lógos, </em>“Ciência; Arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático de 1 tema”.</p>
<p>A assistência interconsciencial é o ato de amparar ou auxiliar multidimensionalmente as consciências em suas carências ou necessidades evolutivas, promovendo a ampliação da convivência sadia entre as consciências envolvidas no processo assistencial nas diferentes dimensões.</p>
<p>Conforme a Conscienciologia, a evolução consciencial fundamenta-se na prática cosmoética da assistência interconsciencial por intermédio da interassistência, em que ambos assistem a necessidade do outro. No entanto, a condição madura para desencadear o processo interassistencial é aplicar o movimento íntimo despojado do <em>sair de si, tirar o foco de si mesmo ou sair do egão </em>e enxergar o outro como compassageiro evolutivo.</p>
<p>A Conscienciologia propõe a prática das tarefas assistenciais avançadas voltadas à reeducação da consciência, por exemplo, a tarefa do esclarecimento (TARES) e a tarefa energética pessoal (TENEPES). Estas tarefas têm por objetivo despertar os <em>dormidores evolutivos</em>, sem convencimentos, doutrinações ou inculcações, mas informando, exemplificando e argumentando com a perspectiva de promover a sua renovação íntima e a reciclagem existencial.</p>
<p>Além destas tarefas assistenciais, existe a tarefa da consolação (TACON), pessoal ou grupal, primária, mais fácil de ser executada. Diferente da tares, é sempre ambulatorial e paliativa, jamais incentiva a renovação plena dos assistidos.</p>
<p>A interassistência, isenta de interesses pessoais, oportuniza à consciência mudança de patamar evolutivo, permitindo-lhe sair da condição de assistida para ser assistente neste Planeta-escola-hospital e atuar em sinergia com a rede interassistencial das consciências mais evoluídas. Contudo, essa mudança demanda esforço pessoal e a aplicação da autopesquisa para identificar o próprio nível de despojamento para a assistência e os traços da personalidade que facilitam e os que dificultam a prática da assistência.</p>
<p>Com a prática do trabalho assistencial avançado surge uma relação interconsciencial baseada na interdependência, em que uma consciência realiza, de modo cosmoético, a troca de experiências com a outra, condição que elimina a relação de total dependência ou independência.</p>
<p>A consciência intrafísica que atua como assistente na dimensão física trabalha em conjunto com o amparador extrafísico, consciência extrafísica auxiliadora, técnico em parapsiquismo e energias conscienciais. Contudo, para qualificar a interação com o amparador extrafísico é fundamental que o assistente intrafísico desenvolva a capacidade de perceber além dos sentidos físicos, ou seja, o parapsiquismo, também conhecido como paranormalidade ou fenômenos sobrenaturais.</p>
<p>Para potencializar a assistência interconsciencial, a Conscienciologia orienta, além do desenvolvimento do parapsiquismo e sua utilização cosmoética (moral cósmica, ética universal), a constituição da dupla evolutiva, formada por um casal evoluído, em substituição ao casamento tradicional. A dupla evolutiva é a união de duas consciências maduras e lúcidas que interagem positivamente em evolução conjunta e trabalhando juntas nas tarefas assistenciais em prol da evolução das demais consciências.</p>
<p>De acordo com a Proexologia, especialidade da Conscienciologia aplicada ao estudo da <em>programação existencial</em> (proéxis) das consciências intrafísicas em geral e seus efeitos evolutivos, o trabalho assistencial é o norteador da consecução da missão de vida das consciências.</p>
<p>O ganho consciencial mais relevante no contexto da interassistência é o desenvolvimento gradativo da autonomia consciencial e a conquista da maturidade consciencial integrada, a fim de alcançar mudança de patamar evolutivo. Notadamente, atuando como minipeça no fluxo cósmico da megafraternidade, a consciência sente-se mais motivada e com mais energias, melhorando sua qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Voluntária do INTERCAMPI em Natal</em></p>
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		<title>Por que a Conscienciologia é uma Ciência?</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 08:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>intercampi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Thiago Leite* A maioria dos campos de pesquisa que procuram estudar os fenômenos ditos “paranormais” ou “sobrenaturais” recai no dogmatismo e no misticismo. Tradicionalmente, no Ocidente, imputa-se às religiões e ordens esotéricas o monopólio da abordagem da projeção da consciência (projeção astral), percepções extrassensoriais (clarividência, clariaudiência e outras) e o uso das bioenergias para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Thiago Leite*</em></p>
<p>A maioria dos campos de pesquisa que procuram estudar os fenômenos ditos “paranormais” ou “sobrenaturais” recai no dogmatismo e no misticismo. Tradicionalmente, no Ocidente, imputa-se às religiões e ordens esotéricas o monopólio da abordagem da projeção da consciência (projeção astral), percepções extrassensoriais (clarividência, clariaudiência e outras) e o uso das bioenergias para processos de cura, entre muitos outros fenômenos.</p>
<p>O Espiritismo, por exemplo, sendo a religião que mais se aproximou de um estudo objetivo desses fenômenos, ainda mantém abordagens dogmáticas e recusa-se a atualizar seus conhecimentos. Nessa religião, todo e qualquer fenômeno que extrapole os sentidos físicos tem uma explicação pronta e acabada, inspirada nos escritos de Allan Kardec, que até hoje a maioria dos espíritas não procurou rever nem refutar, aceitando-os como palavra sagrada e definitiva.</p>
<p>A Conscienciologia vem dar um passo além, no sentido de se encarar esses fenômenos como uma realidade próxima a todos nós, natural e fisiológica, sem nenhum caráter misterioso, místico nem mítico e totalmente abordável sob um ponto de vista racional e científico.</p>
<p>Mas o que diferencia a Conscienciologia de outros ramos que estudam essa fenomenologia? O que a torna uma ciência e não uma religião ou um conhecimento esotérico? Em primeiro lugar, ela tem um objeto de estudo específico, claro e bem delimitado: a consciência. Esta é entendida como a realidade subjetiva do universo, ou seja, a pessoa, o indivíduo, o ego, a alma.</p>
<p>Além disso, tem um paradigma próprio, baseado num corpo de teorias que abrangem diversos fenômenos relacionados à consciência. Essa teorias, que juntas compõem o Paradigma Consciencial, podem ser resumidas em 4 postulados básicos.</p>
<p>Primeiro, a consciência é multidimensional, ou seja, se manifesta em diversas dimensões. Segundo, ela é multiveicular, o que significa que possui diversos veículos de manifestação. A consciência também é multiexistencial, vive várias existências intrafísicas e extrafísicas. Por fim, ela se manifesta através da energia em seus diversos graus de sutileza e densidade.</p>
<p>A multidimensionalidade e a multiveicularidade da consciência implicam na sua manifestação em várias dimensões e com diferentes corpos, além do corpo físico. A consciência é dotada de pelo menos 4 (quatro) veículos: o corpo humano ou soma, que se manifesta na dimensão intrafísica; o corpo emocional ou psicossoma, manifestando-se na dimensão extrafísica; o corpo energético ou energossoma, na dimensão energética, “ligando” o soma ao psicossma; e o corpo mental ou mentalsoma, o corpo do discernimento, nativo da dimensão mentalsomática, a mais sutil.</p>
<p>Nessa perspectiva, a consciência pode experimentar, por exemplo, a vivência da dimensão extrafísica, utilizando-se do psicossoma, conhecido no Espiritismo como perispírito ou corpo astral. A existência do psicossoma e da dimensão extrafísica em que ele se manifesta explicam diversos fenômenos relatados por muitas pessoas em diversas partes do mundo. Em especial, explica a projeção da consciência, ou seja, a saída da consciência fora do corpo humano e a experiência de atravessar o espaço sem barreiras físicas.</p>
<p>Essa teoria também abarca o fenômeno do encontro extrafísico, ou seja, o fato de a pessoa encontrar um amigo ou parente na dimensão extrafísica e compartilhar a experiência, que é rememorada (parcial ou completamente) por ambos, a posteriori. Ou ainda o fato de a consciência testemunhar um evento longe do local em que repousa seu corpo físico, confirmando-o depois, o que seria impossível numa abordagem estritamente intrafísica, que considera apenas os 5 (cinco) sentidos do corpo humano.</p>
<p>O Pradigma Consciencial considera ainda que a consciência continua existindo mesmo depois da morte do corpo físico (dessoma). Nessa condição, a consciência se manifesta principalmente na dimensão extrafísica, sendo chamada de consciência extrafísica (consciex). No ciclo multiexistencial e evolutivo da consciência, ela retorna à dimensão intrafísica através da ressoma, ou seja, assumindo um novo soma. Embora normalmente não se recorde de sua existência passada, ela guarda na memória do mentalsoma todas as suas experiências pretéritas, que podem ser acessadas mais facilmente na projeção do corpo mental, ou seja, quando a consciência está se manifestando na dimensão mentalsomática.</p>
<p>Outro aspecto que demonstra o cientificidade da Conscienciologia é a abordagem própria de pesquisa. Ao reconhecer o caráter único do fenômeno consciencial, a Conscienciologia considera que só há uma forma possível de se estudar seu objeto de estudo, a autopesquisa, ou seja, a própria consciência é ao mesmo tempo sujeito e objeto de pesquisa.</p>
<p>Uma das implicações sérias dessa perspectiva é que todo e qualquer interessado nessa ciência pode experimentar e desenvolver os diversos fenômenos multidimensionais, ao contrário da maioria dos ramos dogmáticos do saber, que reservam a um grupo especial (os sacerdotes, os médiuns, os iniciados) a manifestação desses fenômenos.</p>
<p>Por outro lado, a Parapsicologia também se propõe fazer um estudo científico dos fenômenos conscienciais. No entanto, as dificuldades de se avançar nessa área se devem justamente ao fato de os parapsicólogos permanecerem numa abordagem intrafísica e de heteropesquisa (ou seja, o pesquisador procura não se envolver com o objeto de estudo).</p>
<p>Um dos requisitos para que determinada teoria seja considerada científica é sua capacidade de abarcar o maior número de fenômenos possível. Esse princípio é chamado na Filosofia da Ciência de Navalha de Ockham, e postula que, entre duas teorias, deve-se dar preferência à mais simples e a que explica mais fatos. A Conscienciologia, a partir do Paradigma Consciencial acima descrito, consegue abordar dezenas de fenômenos diferentes, como a clarividência (enxergar fatos ocorrendo à distância), a telepatia, a retrocognição (rememoração de experiências de outras vidas), a precognição (previsão de possíveis fatos que ainda não ocorreram), a cura através de passes e a incorporação de consciências extrafísicas pelo médium, entre muitos outros.</p>
<p>As teorias conscienciológicas podem ser averiguadas ou refutadas através da autoexperimentação, baseada no princípio da descrença: não acredite em nada, nem mesmo no que está escrito neste artigo; experimente e promova suas próprias vivências pessoais, com abertismo e criticidade.</p>
<p>Para saber mais sobre este tema, consulte o livro <em>Projeciologia – Panorama das Experiências da Consciência fora do Corpo Humano,</em> de autoria de Waldo Vieira. A obra pode ser encontrada no site Shopcons (<a href="http://www.shopcons.com.br/">www.shopcons.com.br</a>) ou em uma unidade do INTERCAMPI.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Voluntário do INTERCAMPI em Recife</em></p>
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		<title>Projeciologia: Ciência da Projeção Consciente</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 08:00:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ana Cláudia Prado]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Ana Claudia Prado* A Projeciologia é a especialidade, de caráter prático, da Conscienciologia que estuda as ações da consciência (alma, ego, espírito, sujeito, personalidade) operando fora do estado de restringimento do cérebro físico e de todo o corpo biológico. Essa experiência peculiar e subjetiva experimentada por qualquer pessoa é nomeada, pela Projeciologia, de Projeção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Ana Claudia Prado*</em></p>
<p>A Projeciologia é a especialidade, de caráter prático, da Conscienciologia que estuda as ações da consciência (alma, ego, espírito, sujeito, personalidade) operando fora do estado de restringimento do cérebro físico e de todo o corpo biológico. Essa experiência peculiar e subjetiva experimentada por qualquer pessoa é nomeada, pela Projeciologia, de Projeção Consciente, também conhecida por viagem astral, desdobramento, experiência extracorpórea, experiência-fora-do-corpo, voo astral, dentre outros.</p>
<p>Conforme a <em>Enciclopédia da Conscienciologia,</em> o vocábulo <em>projeção </em>procede do idioma Latim, <em>projectio, </em>“jato para diante, lanço; esguicho de água; ação de alongar, de estender; alongamento; prolongamento; construção em projetura”, de <em>projicere, </em>“lançar para diante”. Apareceu no Século XVIII. O elemento de composição <em>logia </em>provém do idioma Grego, <em>lógos,</em> “Ciência; Arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático de 1 tema”.</p>
<p>Os relatos sobre a superação deste restringimento através da projeção consciente, ocorrida no período do sono ou em condições forçadas de natureza psicofisiológicas, contribuíram para o surgimento da ciência Projeciologia, por exemplo, a EQM, experiência de quase morte, muito estudada pela ciência convencional, e, principalmente, as experiências pessoais projetivas de Waldo Vieira publicadas no livro <em>Projeções da Consciência,</em> em 1981. Estes relatos sugiram desde a antiguidade, quando Platão, 347 a.e.c., em sua obra <em>A</em> <em>República</em>, escreve sobre o soldado Er.  Em 1743, com a publicação do <em>Diarii Spiritualis</em>, Emanuel Swedenborg tornou-se o precursor da Projeciologia. Quase um século depois, 1832, com o lançamento da novela psicológica, autobiográfica, <em>Louis Lambert</em>, Honoré de Balzac consagra-se o <em>profeta</em> (precognitor) da Projeciologia. No século XX, em 1966, Charles Tart propõe a primeira experiência laboratorial da projeção consciente, em Davis, na Universidade da California (EUA). Contudo, apenas em 1986, com o lançamento da obra <em>Projeciologia,</em> de autoria de Waldo Vieira, foi apresentado o estudo científico sobre a projeção consciente.</p>
<p>Com a explicação científica deste fenômeno apresentada nessa obra, fundamentada no paradigma consciencial (teoria-líder da Conscienciologia), pelo qual a consciência estuda a si mesma a partir da autoexperimentação e aplicação do princípio da descrença, insere-se de modo técnico e sistemático o fenômeno parapsíquico projetivo no âmbito da ciência, eliminando as abordagens místicas e religiosas. Esta obra trata, especificamente, do desenvolvimento projetivo como recurso fundamental para a evolução da consciência. Entretanto, a vontade firme e inquebrantável, com cosmoética, é indispensável para alcançar esta finalidade.</p>
<p>Para a Projeciologia, a experiência projetiva é uma condição natural e fisiológica gerada pela descoincidência dos veículos de manifestação da consciência, que formam o <em>holossoma </em>(conjunto de corpos: físico, energético, emocional e mental). Ela é produzida pela alteração da frequência vibratória destes veículos. Esta ocorrência independe de idade, sexo, raça, cultura, formação ou crença.</p>
<p>A <em>hipótese do corpo objetivo</em> é a explicação mais adequada para as ocorrências projetivas. Esta hipótese, antiga e natural, fundamenta-se na ideia de que o segundo corpo da consciência, o <em>psicossoma</em> (corpo emocional, corpo astral, alma, perispírito), seria real, embora não-físico.</p>
<p>A maioria das consciências vivencia a projeção de modo inconsciente, sem lucidez de que está fora do corpo físico e em outra dimensão, com outro corpo, e, por essa razão, interpreta todas as suas experiências, durante o período do sono, como um simples sonho.</p>
<p>A projeção consciente é um meio ou um recurso para se obter conhecimento que proporciona renovações pessoais, influenciando na qualidade de vida, tais como: esclarecer coisas, fatos a respeito de si mesmo; ampliar a autoconfiança; desenvolver maior controle emocional; atualizar a autoimagem; entre outros.</p>
<p>Toda ciência tem uma filosofia, ou seja, possui um conjunto de conhecimentos que procura explicar o universo, a maneira correta de se organizar e viver a própria vida. No âmbito da Projeciologia, o Universalismo, conjunto de ideias derivadas da universalidade das leis básicas da Natureza e do Universo, é a filosofia decorrente da projeção consciente compreendida pelo projetor.</p>
<p>A consciência, ao descobrir e experimentar outras dimensões através da projeção consciente,<ins cite="mailto:Cliente" datetime="2012-01-20T17:52"> </ins>começa a obter conhecimento a respeito da Vida e do Universo, provocando um repensar de toda a sua existência, levando à reciclagem da vida humana ou a reciclagem existencial projetiva, adotando um novo conjunto de valores diante do universo e redirecionando a consecução da programação de vida à ações cotidianas em favor da evolução pessoal.</p>
<p>Para aprofundar o estudo sobre a  Projeciologia, são sugeridas as seguintes obras:</p>
<ul>
<li>VIEIRA, Waldo. <em>Projeções da consciência. </em>Editares: Foz do Iguaçu. Escrito ao modo de um diário,<em> </em>contém dezenas de relatos de experiências fora do corpo, vivenciadas pelo autor. Na projeção consciente, a consciência pode manter contato com outras pessoas em igual condição ou que já não possuem mais o corpo físico, como, por exemplo, conhecidos que já morreram ou benfeitores pessoais. O livro é escrito de modo prático, técnico e descritivo, objetivando servir como referência para os interessados no tema e incentivar que as pessoas tenham as próprias experiências projetivas.</li>
<li>VIEIRA, Waldo. <em>Projeciologia: panorama das experiências da consciência fora do corpo humano.</em> Editares: Foz do Iguaçu. Reconhecido internacionalmente como sendo o mais importante e completo tratado científico sobre a experiência fora do corpo humano, este livro é a obra de referência que fundamenta a ciência Projeciologia, resultado de mais de 3 décadas de pesquisas do médico e pesquisador Waldo Vieira.</li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>*Voluntária do INTERCAMPI em Natal</em></p>
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		<title>Conscienciologia: Ciência da Consciência</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 08:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>intercampi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ana Cláudia Prado]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Ana Claudia Prado* A ciência Conscienciologia foi lançada ao público em 1981 por Waldo Vieira, médico, pesquisador e atualmente coordenador da Enciclopédia da Conscienciologia em Foz do Iguaçu-PR. Em 1986, com a publicação da primeira edição do Tratado de Projeciologia – Panorama da Consciência da Experiência da Consciência Fora do Corpo Humano, autoria de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Ana Claudia Prado*</em></p>
<p>A ciência <em>Conscienciologia </em>foi lançada ao público em<em> </em>1981 por Waldo Vieira, médico, pesquisador e atualmente coordenador da Enciclopédia da Conscienciologia em Foz do Iguaçu-PR. Em 1986, com a publicação da primeira edição do Tratado de Projeciologia – <em>Panorama da Consciência da Experiência da Consciência Fora do Corpo Humano</em>, autoria de Vieira, foi feita de modo categórico a proposição da Conscienciologia na condição de ciência.</p>
<p>Trata-se de um estudo abrangente da consciência, com todos os seus corpos, existências, experiências, épocas e lugares de vida, executado pelas próprias consciências através dos atributos conscienciais, veículos de manifestação e fenômenos conscienciais multidimensionais.</p>
<p>O termo <em>consciência </em>deriva do idioma Latim, <em>conscientia, </em>“conhecimento de alguma coisa comum a muitas pessoas; conhecimento; consciência; senso íntimo”, e este do verbo <em>conscire , </em>“ter conhecimento de”.</p>
<p>A consciência, de acordo com a Conscienciologia, é um dos elementos básicos do universo e está em constante evolução através do acúmulo de experiências multidimensionais e multiexistenciais. É nossa realidade maior, somos nós, mais do que a energia e matéria. Dentre outros termos, é o que se denomina de alma, ego, personalidade, espírito, individualidade, pessoa, ser ou sujeito.</p>
<p>Há outras linhas do conhecimento direcionadas ao estudo da consciência, no entanto, observa-se uma limitação em suas pesquisas em razão do modelo ou paradigma  utilizado ao responder questionamentos clássicos da Filosofia. Eis, por exemplo, algumas perguntas que merecem serem aprofundadas: <em>O que você veio fazer aqui na Terra? De onde veio você? Para onde você vai após a sua morte biológica? Quem é você?</em></p>
<p>Ultrapassando os limites impostos pelo modelo científico convencional, a Conscienciologia, como neociência, tem suas bases científicas nas premissas do <em>Paradigma Consciencial, </em>que propõe a autoinvestigação e a autoexperimentação como instrumentos para a consciência ampliar o autoconhecimento prioritário à sua evolução.</p>
<p>Esse paradigma tem como premissas básicas para aprofundamento do autoconhecimento a condição de atuação multidimensional (dimensões física e não física), multiexistencial (várias vidas humanas) e multiveicular (existência dos vários corpos além do corpo físico) da consciência, bem como a sua interação com as bioenergias existentes no Universo.    <em>         </em></p>
<p>A dinâmica da autoevolução consciencial é a realidade mais relevante e prioritária a ser estudada, por qualquer pessoa, a fim de, dentre outros ganhos, transformar-se em agente catalisador da evolução de todos. De modo que a vivência do sinergismo <em>interassistência-discernimento</em> é condição básica para o desenvolvimento desse processo com autonomia.</p>
<p>O propósito da Conscienciologia é o esclarecimento sobre o processo de evolução pessoal, a ser conduzido pela própria consciência, desde já, ainda nesta existência humana, de modo pragmático e a partir da aplicação das bases científicas de sua teoria-líder, o Paradigma Consciencial, e do princípio filosófico do Fraternismo, Universalismo e Cosmoética, ou seja, uma ética cósmica, multidimensional.</p>
<p>Após 3 décadas de pesquisas, a Conscienciologia desenvolve suas atividades de educação e pesquisa em várias cidades do Brasil, na Europa e nos Estados Unidos através das Instituições Conscienciocêntricas, mantidas pelo sistema de voluntariado, universalistas e sem fins de lucro.</p>
<p>O INTERCAMPI, Associação Internacional dos Campi de Pesquisas da Conscienciologia, com sede em Natal e filiais em Recife e Fortaleza, é a instituição que realiza as pesquisas da consciência na região Nordeste. Uma de suas metas é a realização do projeto <em>Campus</em> da Conscienciologia, que consiste na construção de um centro de pesquisa da consciência com estruturas físicas otimizadas para a autopesquisa da evolução consciencial.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Voluntária do INTERCAMPI em Natal</em></p>
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		<title>Psiquismo e Parapsiquismo</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 08:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>intercampi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Thiago Leite* O psiquismo é o conjunto de atividades mentais e emocionais da consciência intrafísica (conscin), a “biosfera” intraconsciencial da pessoa, com suas memórias, formas de processar as informações que chegam através dos sentidos, tendências, medos, crenças, valores e atividades cerebrais. O psiquismo é objeto de estudo da Psicologia e da Psicanálise, ciências que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Thiago Leite*</em></p>
<p>O psiquismo é o conjunto de atividades mentais e emocionais da consciência intrafísica (conscin), a “biosfera” intraconsciencial da pessoa, com suas memórias, formas de processar as informações que chegam através dos sentidos, tendências, medos, crenças, valores e atividades cerebrais. O psiquismo é objeto de estudo da Psicologia e da Psicanálise, ciências que estudam o desenvolvimento e funcionamento da mente, estritamente sob um enfoque intrafísico, ou seja, apenas considerando o corpo humano (soma) e seu cérebro.</p>
<p>Conforme a abordagem da Conscienciologia, as atividades mentais não se resumem à manifestação intrafísica, do cérebro. Além do soma, cada conscin é dotada de um corpo emocional (psicossoma), um corpo energético (energossoma, envoltório que liga o soma ao psicossoma) e um corpo mental (mentalsoma). Esses veículos se manifestam cada um em uma dimensão consciencial diferente, respectivamente a dimensão intrafísica, a dimensão extrafísica, a dimensão energética e a dimensão mental.</p>
<p>A manifestação de cada um desses corpos se dá de maneira diferente, tanto por suas características intrínsecas quanto pela natureza da dimensão em que se manifesta. Quando uma conscin promove a descoincidência desses corpos e experimenta uma projeção consciente (fenômeno também conhecido como projeção astral ou experiência fora do corpo), ela temporariamente passa a atuar na dimensão extrafísica, utilizando o psicossoma. Nessa condição, a consciência percebe a realidade à sua volta de maneira muito distinta daquela da dimensão intrafísica.</p>
<p>Enquanto está muito próxima ao corpo humano, a conscin atuando com o psicossoma não consegue se manifestar livremente. Neste estado, fica difícil transcender os instintos somáticos e as emoções arraigadas. Muitas vezes, nessa situação, o medo leva a conscin a retornar ao corpo físico. Considere-se, além disso, o fato de que, num raio de cerca de 4 metros ao redor da cabeça, o energossoma exerce uma força centrípeta que dificulta o distanciamento do psicossoma em relação ao soma.</p>
<p>No entanto, quando a consciência consegue distanciar o psicossoma do soma, suas percepções se tornam muito mais claras, seus sentidos muito mais apurados e o pensamento se processa mais rapidamente do que na dimensão intrafísica, ou seja, o psiquismo do cérebro extrafísico se processa de forma mais dinâmica e complexa do que o cérebro somático. A realidade extrafísica, mais sutil do que a intrafísica, é apreendida diretamente, e a consciência pode perceber ambientes, conscins projetadas e consciências extrafísicas (consciexes).</p>
<p>A dimensão mental, onde a consciência se manifesta através do mentalsoma, é mais sutil do que a dimensão extrafísica. O corpo mental processa pensamentos de forma instantânea, o psiquismo mentalsomático é mais complexo do que os do soma e o do psicossoma. As consciências se manifestando nessa dimensão não têm forma definida e se comunicam através de ideias em bloco, sem a necessidade de idiomas. O psiquismo da consciência se manifestando em dimensões não-físicas (extrafísica ou mental) é chamado de parapsiquismo.</p>
<p>Entretanto, se o parapsiquismo é tão mais dinâmico e complexo do que o psiquismo, para a consciência intrafísica que retorna ao soma depois de uma projeção consciente não é fácil rememorar as experiências que ocorreram fora do corpo. O cérebro físico não consegue decodificar completamente as percepções extrafísicas, e grande parte do que se vivencia em outras dimensões não fica armazenada nos hemisférios cerebrais.</p>
<p>Tendo em vista essas ocorrências, a pessoa interessada em realizar a pesquisa conscienciológica poderá registrar em detalhes as lembranças de experiências extrafísicas, especialmente nos primeiros minutos após a projeção, enquanto a conscin ainda está em relativa descoincidência.</p>
<p>Entretanto, o parapsiquismo não se manifesta apenas na condição da consciência projetada. A percepção das realidades extrafísicas (parapercepção) pode ocorrer a partir do estado de coincidência dos veículos de manifestação da consciência. A descoincidência dos órgãos extrafísicos (projeção parcial dos paraórgãos) possibilita à conscin ver (clarividência), escutar (clariaudiência), tocar (paratato) ou sentir cheiros (paraolfato) da dimensão extrafísica.</p>
<p>Também nesses casos pode existir uma dificuldade de se decodificar as percepções. A realidade extrafísica é normalmente percebida de forma vaga pela conscin, as visões são fugidias e os sons e vozes são fracos. No processo de interação da conscin com a extrafisicalidade, geralmente há repercussões sobre o corpo físico, que podem se manifestar na forma de coceiras, pequenos espasmos musculares localizados (mioclonias), zumbidos no ouvido (esquerdo, direito ou ambos), cheiros, entre outras.</p>
<p>Assim, a pessoa que pretende estudar a sua realidade multidimensional precisa valorizar os sinais físicos, uma vez que no estado de coincidência ela não estabelece contato direto com as dimensões não-físicas. Como esses sinais podem ser de origem extrafísica, uma técnica eficaz para a decodificação das parapercepções é o registro sistemático da sinalética energética pessoal, ou seja, de todos esses sinais e as circunstâncias em que ocorrem. Quando a consciência relaciona dados suficientes sobre sua sinalética, consegue estabelecer relações de causa e efeito, ficando mais fácil interpretar o que acontece multidimensionalmente, através dos sinais físicos e energéticos que formam sua sinalética pessoal.</p>
<p>Você, leitor ou leitora, já experimentou a projeção consciente? Já vivenciou percepções extrafísicas? Consegue interpertar sua sinalética energética pessoal?</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Voluntário do INTERCAMPI em Natal</em></p>
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		<title>Inteligência Emocional – Componente da Inteligência Evolutiva</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 08:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>intercampi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Clara Emilie Boeckmann]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Evolutiva]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Clara Emilie Boeckmann* Este mês ministrei um curso sobre Inteligência Emocional (IE) em escola do Governo, para formação de servidores do Estado. Foi uma experiência gratificante, tanto na elaboração dos conteúdos quanto no compartilhamento com as pessoas, das nossas diferentes vivências, valores, opiniões. A Inteligência Emocional ganhou destaque em meados dos anos 90, devido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Clara Emilie Boeckmann*</em></p>
<p>Este mês ministrei um curso sobre Inteligência Emocional (IE) em escola do Governo, para formação de servidores do Estado. Foi uma experiência gratificante, tanto na elaboração dos conteúdos quanto no compartilhamento com as pessoas, das nossas diferentes vivências, valores, opiniões.</p>
<p>A Inteligência Emocional ganhou destaque em meados dos anos 90, devido aos trabalhos de Howard Gardner, que popularizou o conceito de inteligências múltiplas, e, principalmente, Daniel Goleman, que popularizou o conceito de IE. Goleman  sistematizou a IE em cinco atributos agrupados em três competências pessoais: autoconhecimento, autocontrole, automotivação; e duas competências sociais: empatia e relacionamento interpessoal. Analisando os conceitos e estudos de caso, fica claro que o principal atributo, essencial inclusive ao desenvolvimento dos demais, é o autoconhecimento. Sem este, também chamado de autoconsciência, não se desenvolve inteligência emocional.</p>
<p>Sumariamente, define-se IE como sendo a capacidade de uma pessoa controlar suas emoções através da razão, o que pode, às vezes, parecer paradoxal, pois IE não é propriamente o uso de emoções de forma inteligente, como alguns costumam entender. Vale a pena refletir sobre o pensamento de Billy Fraham: “As cabeças quentes e os corações frios nunca resolveram qualquer coisa”. Em contraposição ao QI – Quociente de Inteligência, hoje vem se valorizando cada vez mais o QE – Quociente Emocional, principalmente nas empresas, onde se observa que se demite mais as pessoas por suas incapacidades emocionais do que incapacidades técnicas.</p>
<p>Apesar de ter me interessado muito pelo tema e continuar aprofundando os estudos, não pude deixar de fazer um paralelo com a Inteligência Evolutiva discutida na Conscienciologia. A Inteligência Emocional, na verdade, é um dos componentes da Inteligência Evolutiva, que é mais abrangente, por considerar as bases do paradigma consciencial. Enquanto a abordagem dos cientistas da IE restringe-se às condições da vida intrafísica, a Inteligência Evolutiva considera que somos <em>consciências </em>(ego, self, alma) em constante evolução através de várias vidas (multisserialidade), relacionando-nos com diferentes dimensões (multidimensionalidade), através de diferentes veículos de manifestação, não apenas do corpo físico (soma), mas também do corpo energético (energossoma), emocional (psicossoma) e mental (mentalsoma). Outro ponto fundamental é a percepção de nossas bioenergias e a importância de trabalharmos para mantê-las em equilíbrio.</p>
<p>Dentro dos princípios conscienciológicos, a Inteligência Evolutiva se desenvolve a partir do redirecionamento íntimo com o objetivo de se priorizar a autoevolução consciencial, pautada nos princípios do universalismo e da maxifraternidade, e fundamentada na vivência da cosmoética – ética cósmica, multidimensional. De acordo com os princípios da Conscienciologia, entende-se que cada vida intrafísica tem um propósito mais ou menos avançado, conforme as capacidades e o nível evolutivo de cada pessoa. Esse propósito representa o que se denomina programação existencial (proéxis) e consiste no planejamento da vida intrafísica, antes da consciência ressomar – isto é, nascer em uma nova vida intrafísica. A autopesquisa constitui empreendimento elementar do paradigma consciencial para evoluirmos. Parte da identificação de nossos traços-força (trafores) e traços-fardos (trafares), ou seja, de conhecermos a nós mesmos.</p>
<p>As pessoas ou consciências que utilizam a inteligência evolutiva têm como princípio a interassistencialidade, ou seja, a assistência, pela qual se entende que todos devem buscar fazer assistência a outras consciências e que, neste processo, a consciência também assiste a si mesma. Neste ponto, os atributos sociais da IE (empatia e relacionamento interpessoal) se ampliam quando a pessoa faz uso do parapsiquismo, que permite a percepção de aspectos multidimensionais envolvidos numa determinada situação – energias, consciências extrafísicas atuando, informações de outras dimensões. O parapsiquismo, portanto, possibilita uma compreensão mais abrangente da situação e, consequentemente, uma maior empatia com outras consciências, uma vez que obtemos mais informações.</p>
<p>Voltando ao curso que ministrei, tal como ocorre nos cursos de Conscienciologia e Projeciologia, o desenvolvimento destas ideias permitiu-nos perceber como as pessoas valorizam o investimento no autoconhecimento na medida em que compreendem o valor da autoevolução. Essa valorização, provavelmente, está relacionada ao fato de que em algum lugar de sua memória evolutiva, sendo consciência milenar em evolução, cada um sabe que precisa evoluir. Contudo, ao mesmo tempo, e paradoxalmente, há indícios de que muitas pessoas costumam fugir desta empreitada devido aos esforços pessoais exigidos. Não querem abrir mão de determinadas condições de vida, “ganhos secundários”, vivências de instintos primários. Entram em ação os mecanismos de defesa do ego, os trafares, as autossabotagens e autocorrupções.</p>
<p>Diante do exposto, observa-se que o desenvolvimento da Inteligência Evolutiva pode garantir o avanço das conquistas autoevolutivas e das autossuperações, rumo à autorrealização pessoal tão almejada. Fica a dica de investimento nesta inteligência prioritária, que pode ser desenvolvida com os esforços pessoais de cada um.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Voluntária do INTERCAMPI em Recife</em></p>
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