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	<title>INTERCAMPI &#187; Thiago Leite</title>
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	<description>Associação Internacional dos Campi de Pesquisa da Concienciologia</description>
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		<title>ARTIGO: Sincronicidade</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 11:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Sincronicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Thiago Leite* Muitas vezes ocorre de encontrarmos uma pessoa logo após pensarmos nela. Surpreendem certas ocasiões em que sonhamos com alguém que há muito tempo não vemos e, pouco tempo depois, temos notícias dela ou a avistamos em algum lugar. Muitas pessoas, quando estão em meio a uma pesquisa ou um problema, passam pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="Artigo da Semana" width="600" height="100" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Thiago Leite*</em></p>
<p>Muitas vezes ocorre de encontrarmos uma pessoa logo após pensarmos nela. Surpreendem certas ocasiões em que sonhamos com alguém que há muito tempo não vemos e, pouco tempo depois, temos notícias dela ou a avistamos em algum lugar. Muitas pessoas, quando estão em meio a uma pesquisa ou um problema, passam pela experiência de se deparar com uma solução ou uma grande ajuda repentina, como se esta “caísse do céu”.</p>
<p><span id="more-1726"></span>Mas não há nada de místico nesse fenômeno, nem se trata de providência divina. Todos nós passamos por isso várias vezes na vida Além disso, quando estamos bem atentos, percebemos que é muito mais comum do que estamos acostumados a acreditar.</p>
<p>Consideramos que a consciência (a pessoa) se manifesta através de energias mais ou menos sutis (algumas podem ser percebidas pelos 5 sentidos, como é o caso da matéria, e outras só são perceptíveis através de sentidos extrafísicos como a clarividência). Também levamos em conta que essas energias estão em constante trânsito no universo, chocando-se e transformando-se naturalmente (energia imanente) ou pela intervenção das consciências (energia consciencial),</p>
<p>Essa intervenção consciencial se dá pela manifestação básica da consciência, que ocorre na indissociabilidade de três elementos: pensamento, sentimento e energia (ou seja, pensene). Todo ato, aconteça ele no íntimo da consciência ou através da interação física e energética, traz automaticamente os três elementos. Os pensamentos repercutem ao nosso redor e, como toda ação física, provocam reações e respostas, sejam do ambiente, sejam de outras consciências.</p>
<p>Dessa forma, todas as pessoas estão interconectadas por energias e tudo no universo está relacionado, ou seja, qualquer mudança repercute em larga escala, mesmo que imperceptivelmente. Nossos pensamentos e sentimentos podem ser decodificados por outras consciências, a longa distância, através da reverberação de nossas energias.</p>
<p>Quando pensamos bem dos outros e empreendemos um trabalho assistencial e cosmoético (através de uma ética universalista), outras pessoas se prontificam a ajudar, mesmo que inconscientemente. Em especial, os amparadores extrafísicos (consciências que estão no período entre uma vida humana e outra e não se manifestam com um corpo físico, técnicos em assistência e tarefa do esclarecimento) nos ajudam com insights, orientações e energias. Essa ajuda também promove encontros e reencontros de pessoas, que podem gerar melhores resultados através da sinergia.</p>
<p>A iniciativa pessoal, com intenção e vontade positivas, faz com que nos integremos a trabalhos assistenciais maiores. Nesse processo, descobrimos naturalmente, através da teática (teoria e prática), quais são nossos verdadeiros talentos e sua utilidade para o bem-estar e evolução dos outros. Quando começamos a desenvolver esses talentos em prol da assistência maxifraterna, o universo passa a conspirar a nosso favor.</p>
<p>É difícil separar, nessa engrenagem mais ampla, as causas e efeitos. Toda ação e reação acontecem de modo sincrônico. Saber aproveitar as oportunidades no fluxo dos acontecimentos e de acordo com as necessidades com que nos deparamos, aliadas a nossas potencialidades assistenciais, nos torna mais integrados no maximecanismo das inter-relações conscienciais.</p>
<p>Quanto mais estivermos em harmonia com o universo, mais os acontecimentos ao nosso redor estarão conectados e com mais fluidez no manifestaremos. Perceberemos melhor as sincronicidades, que serão encaradas como sinais das oportunidades evolutivas e dos desafios assistenciais a enfrentar.</p>
<p>Você já percebe as sincronicidades em sua vida? Considera-as como mera coincidência ou como consequência de um mecanismo multidimensional? Você consegue utilizá-las a favor dos outros e de si mesmo?</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Voluntário da Conscienciologia</em></p>
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		<title>ARTIGO: Para onde vamos depois da Morte?</title>
		<link>http://intercampi.org/2011/04/29/artigo-para-onde-vamos-depois-da-morte/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 11:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Thiago Leite* Cada cultura humana tem sua própria forma de representar o que ocorre com um indivíduo depois da morte de seu corpo biológico. Alguns povos, como os antigos egípcios, acreditam que a pessoa continua existindo em carne e osso em outro mundo. Outros afirmam que existe um lugar invertido em relação ao mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="Artigo da Semana" width="600" height="100" /></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Thiago Leite*</em></p>
<p>Cada cultura humana tem sua própria forma de representar o que ocorre com um indivíduo depois da morte de seu corpo biológico. Alguns povos, como os antigos egípcios, acreditam que a pessoa continua existindo em carne e osso em outro mundo. Outros afirmam que existe um lugar invertido em relação ao mundo dos vivos, onde vivem as pessoas que morreram. Há também culturas que veem na morte um retorno do indivíduo à natureza da qual ele é fruto, como os índios Krahó.</p>
<p><span id="more-1559"></span>Há também a crença de que, depois da morte, o indivíduo vai viver num lugar bom ou ruim, dependendo de sua conduta moral em vida (por exemplo, o Céu e o Inferno para os cristãos, o Walhalla e o Hel para os vikings ou os Campos Elíseos e o Tártaro para os gregos). E ainda há, em certos contextos, a crença de que o indivíduo se extingue depois que o corpo (e o cérebro) deixa de funcionar.</p>
<p>Determinados grupos humanos já pensam que o indivíduo renasce em outro ser, animal ou planta, depois que morre (metempsicose), indefinidamente. Para Platão, a alma renasce várias vezes até o momento em que, atingindo um certo grau de evolução, vai viver com os deuses. O Budismo tem uma perspectiva parecida, pregando que os renascimentos acabam quando o indivíduo se torna Buda e alcança o Nirvana.</p>
<p>Já para o Espiritismo, a pessoa passa por um processo de sucessivas reencarnações para superar suas imperfeições, até alcançar um estado de pureza. Sua conduta deve se guiar pelos preceitos morais advindos de Deus, e o espírito, em seu processo evolutivo, passa por várias etapas, desde o chamado Inferno, passando pelo Umbral até chegar ao Céu (que para eles não são lugares, mas estágios da evolução do espírito).</p>
<p>A Doutrina Espírita é mais científica do que as outras crenças, abrangendo as explicações de outras religiões a respeito da vida após a morte. Pode-se dizer que o Espiritismo sistematizou de maneira mais ampla o conhecimento  sobre a sobrevivência da consciência depois da morte. Porém, ainda se mantém atrelado a valores tradicionais religiosos que dificultam o desenvolvimento do conhecimento científico sobre esses fenômenos.</p>
<p>Se tomarmos a maior parte das descrições de percepções extrassensoriais vivenciadas por pessoas em geral, que atestam a permanência, após a morte, da existência de indivíduos em outras dimensões, veremos que não há unanimidade na representação dessa realidade extrafísica, pois ela é subjetiva e depende em grande parte das crenças e da visão de mundo das consciências que vivenciam essa dimensão não-física.</p>
<p>Tendo em vista essas várias abordagens, mais ou menos discordantes entre si, podemos nos perguntar: para onde vai a consciência depois da morte?</p>
<p>Para responder esta pergunta, a Conscienciologia se baseia nos experimentos pessoais dos pesquisadores conscienciólogos e em relatos de vários autores ao redor do globo, propondo um paradigma e uma teoria que expliquem o maior número de fenômenos parapsíquicos possível. Sua proposta é superar as noções místicas e religiosas, abordando os fenômenos não-físicos com mais isenção e cientificidade, sem dar a esse conhecimento um caráter de revelação ou esoterismo, mas disponibilizá-lo para o maior número de pessoas.</p>
<p>Para a Conscienciologia, a consciência (alma, espírito ou ego) se manifesta através de um conjunto de corpos, que inclui o soma (corpo físico), o psicossoma (corpo extrafísico), o corpo energético (que liga os dois primeiros) e o corpo mental (sem forma definida, responsável pelas funções mentais mais avançadas). A consciência passa por um ciclo de nascimentos e renascimentos, alternando períodos intrafísicos com períodos extrafísicos, acumulando experiências e aprendizados ao longo de sua existência.</p>
<p>Nossa manifestação é um conjunto indissociável de pensamentos, sentimentos e energias (pensenes). Aquilo que pensamos, sentimos e fazemos constitui o que somos, e essa manifestação se mantém coesa, independentemente de estarmos na dimensão intrafísica ou extrafísica.</p>
<p>Com base nas experiências dos conscienciólogos, que incluem as experiências fora do corpo humano, é possível dizer que, embora sua manifestação se dê em outra dimensão, ela atua no mesmo espaço, podendo até mesmo “atravessar” objetos sólidos. As dimensões, então, não são lugares diferentes, mas densidades e /ou frequências diferentes ocupando o mesmo espaço.</p>
<p>Quando a consciência intrafísica desativa o soma, ela deixa de se manifestar diretamente na dimensão mais densa. Isso não quer dizer que ela vá para outro lugar. Ela passa a se manifestar em outra dimensão, e pode até interagir energeticamente com ambientes que conheceu na vida intrafísica.</p>
<p>Mas existe algo na dimensão extrafísica que seja análogo ao que o Cristianismo chama de Céu ou Inferno, ou algo parecido com a ideia de Nirvana dos budistas?</p>
<p>Pela afinidade de ideias, sentimentos e energias, as consciências que descartam o corpo físico se aproximam naturalmente de comunidades extrafísicas compatíveis. As consciências que ainda estão muito apegadas à dimensão intrafísica tendem a criar e manter ambientes mais “pesados” e continuam interagindo no âmbito mais próximo à superfície da Terra. Se a consciência acredita que será punida por causa de pecados proibidos por Deus, pode imaginar que se encontra no Inferno.</p>
<p>Consciências mais desprendidas desta dimensão física se agrupam em comunidades mais sutis, cuja localização não se restringe às leis físicas como a gravidade. A princípio, a consciência mantém, na dimensão extrafísica, energias mais densas e próximas da energia física. À medida que evolui, vai descartando essas energias, primeiro se desfazendo do corpo energético, depois do psicossoma, até que, num ponto bem mais avançado de sua evolução individual, se desprende de quase todos os corpos, passando a se manifestar somente através do mentalsoma, não voltando a renascer num corpo físico.</p>
<p>Pelo que vimos até agora, a consciência não vai para algum lugar diferente deste universo, mas passa a atuar numa dimensão diferente da intrafísica. Ela não vai para um Céu ou um Inferno, não é recompensada ou punida por uma força maior. O que ocorre com ela depois da morte e o lugar para onde vai são consequências de suas ações e escolhas (conscientes ou inconscientes) em suas diversas existências.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Voluntário da Conscienciologia</em></p>
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		<title>ARTIGO: O Mentalsoma</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 11:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mentalsoma]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Thiago Leite* Há duas realidades básicas no universo: energia e consciência. A energia é a parte mais objetiva da realidade e se manifesta em variadas formas, densidades e dimensões. A consciência é a parte subjetiva da realidade, a individualidade que se manifesta através de pensamento, sentimento e que utiliza a energia para interagir com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="Artigo da Semana" width="600" height="100" /></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Thiago Leite*</em></p>
<p>Há duas realidades básicas no universo: energia e consciência. A energia é a parte mais objetiva da realidade e se manifesta em variadas formas, densidades e dimensões. A consciência é a parte subjetiva da realidade, a individualidade que se manifesta através de pensamento, sentimento e que utiliza a energia para interagir com o meio e com outras consciências. Cada indivíduo humano é uma consciência.</p>
<p><span id="more-1295"></span>A subjetividade da consciência não implica que ela seja menos concreta do que a energia. Ambas existem e podem ser percebidas e mensuradas através de métodos específicos. A energia mais densa pode ser estudada pela Ciência, notadamente pela Física e pela Química. Já a consciência e a energia mais sutil, em grande parte, fogem da observação científica convencional.</p>
<p>Se a consciência pode ser estudada pela Psicologia e pela Neurologia, por exemplo, este estudo tende a ser superficial, pois desconsidera a manifestação consciencial fora da dimensão intrafísica.</p>
<p>A Holossomatologia, especialidade da Conscienciologia, pesquisa o conjunto (holo) dos veículos (soma) de manifestação da consciência, o holossoma, que se manifesta em diversas dimensões. Cada uma destas dimensões se encontra numa frequência energética diferente, indo da mais densa (material) até a mais sutil (mentalsomática). A energia mais sutil do que a material só é percebida pela consciência que consegue extrapolar os sentidos físicos, manifestando suas percepções em dimensões extrafísicas e atuando diretamente nestas.</p>
<p>Além do corpo físico <em>(soma),</em> com o qual nos relacionamos diretamente com a dimensão intrafísica, o holossoma é composto por pelo menos outros três veículos. O <em>psicossoma,</em> também conhecido como corpo emocional, é uma réplica menos densa do soma, com o qual podemos passar por uma experiência fora do corpo, também conhecida como projeção astral. O <em>energossoma</em> é uma ligação energética intermediária entre o soma e o psicossoma.</p>
<p>Por sua vez, o <em>mentalsoma,</em> o corpo mental, ainda mais sutil do que o psicossoma, não tem forma definida e se manifesta predominantemente pelo pensamento. Não se sabe como nem quando surge o mentalsoma no processo evolutivo de uma consciência, mas sabemos que ele está ligado ao discernimento, à inteligência, à racionalidade, à lógica e à Cosmoética (ética universal), entre muitas outras faculdades mentais.</p>
<p>Em nosso processo evolutivo, a convivialidade é uma constante e dependemos uns dos outros para evoluir. Portanto, é forçosa a postura mais altruísta de se assistir os outros para que o universo seja cada vez menos doente e haja cada vez mais homeostase interconsciencial. O uso predominante do mentalsoma importa à consciência que deseja servir como instrumento para a melhoria das consciências que a rodeiam e dos ambientes em que atua.</p>
<p>Quando predominam os instintos sub-humanos, a consciência ainda atua no egoísmo e no hedonismo, buscando apenas a autorrealização dos desejos somáticos, como a fome e o sexo. No máximo, o altruísmo dessa consciência se estende para as pessoas mais próximas, como familiares e amigos de cuja convivência depende para sobreviver.</p>
<p>A atuação em que predominam o psicossoma e as emoções tende a ser um pouco mais abrangente, mas podem se estagnar na busca pelo mero bem-estar íntimo. A assistência realizada a partir da emoção tem como objetivo muito mais a consolação, e sua preocupação maior é com medidas paliativas, sem mudanças significativas no status quo.</p>
<p>A atuação com predomínio do mentalsoma se baseia no discernimento, a partir de uma análise racional das situações que vemos ao nosso redor. A visão de conjunto é um dos atributos do mentalsoma, sem o qual não se pode avaliar a forma como as consciências estão concectadas nem as consequências de qualquer ação dentro de determinado contexto.</p>
<p>A assistência mentalsomática deixa a tarefa da consolação para trabalhar com a tarefa do esclarecimento (tares). Essa assistência é profilática e não mais paliativa, baseada na compreensão da interdependência, no desenvolviemtno da interassistência e buscando a superação das dependências emocionais. No processo da interassistência, quem tem mais ajuda a quem tem menos, sem a criação de relações de dependência, dominação e gurulatria.</p>
<p>O desenvolvimento da assistência mentalsomática e da tarefa do esclarecimento implica também em mais responsabilidades para com os outros, pois aquele que assiste pelo discernimento compreende melhor as consequências de seus atos nas várias dimensões de manifestação consciencial. Sua assistência, seja feita através do uso das bioenergias, do parapsiquismo, da docência ou da publicação de obras que veiculam verdades relativas de ponta, pode alcançar um escopo maior, alcançando mais consciências, em várias dimensões e em várias partes do universo.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Voluntário da Conscienciologia</em></p>
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		<title>ARTIGO: Igualdade Consciencial</title>
		<link>http://intercampi.org/2011/01/27/artigo-igualdade-consciencial/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 11:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade consciencial]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Thiago Leite* Na Conscienciologia, usamos o termo consciência para nos referir a cada individualidade que se manifesta através de pensamento, sentimento e energia (pensene) e que está em constante evolução. Você (bem como cada ser humano) é uma consciência, e também cada animal sub-humano (princípio consciencial), e até mesmo aquela consciência, temporariamente sem corpo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="Artigo da Semana" width="600" height="100" /></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Thiago Leite*</em></p>
<p>Na Conscienciologia, usamos o termo <em>consciência</em> para nos referir a cada individualidade que se manifesta através de pensamento, sentimento e energia (pensene) e que está em constante evolução. Você (bem como cada ser humano) é uma consciência, e também cada animal sub-humano (princípio consciencial), e até mesmo aquela consciência, temporariamente sem corpo físico (consciência extrafísica ou <em>consciex,</em> popularmente conhecida como espírito), que se encontra num estágio entre duas vidas humanas. Ou seja, as consciências habitantes do universo coexistem em múltiplos níveis evolutivos e em várias dimensões (multidimensionalidade).</p>
<p><span id="more-1222"></span>A condição natural de todas as consciências deste universo multidimensional se caracteriza pela <em>isogênese,</em> ou seja, a igualdade no nascimento <em>(iso,</em> “igual”; <em>gênese,</em> “surgimento”). Toda consciência passa por um processo evolutivo muito longo, partindo de uma condição rudimentar, de nascimentos e renascimentos, no qual suas experiências determinam sua individualidade e a velocidade com que atinge estágios mais evoluídos.</p>
<p>Da mesma forma, toda consciência renasce na vida intrafísica com as mesmas oportunidades de evolução e de participação na sociedade e política humanas, bem como na <em>parapolítica multidimensional.</em> Trata-se de um fato, baseado no princípio de que toda consciência tem a mesma natureza primordial, independentemente de suas experiências específicas e seu grau evolutivo. No entanto, essa igualdade de oportunidades será aproveitada de maneira diferente por cada consciência, a depender de suas experiências passadas, das conquistas que já acumulou em vidas anteriores e das metas evolutivas que estabeleceu para si mesma.</p>
<p>A intolerância de qualquer tipo se contrapõe ao movimento mais sadio da evolução consciencial, em que se compreende a importância da prática da interassistência sem limites, através da tarefa do esclarecimento (pela qual se ensina e se assiste através do exemplo e da informação apresentada com criticidade, sem imposições dogmáticas e sem apelar para o consolo emocional). A assunção da isogênese pela consciência na convivialidade é importante para que se evite qualquer tipo de favoritismo baseado em ideias como raça, etnia, nacionalidade, classe social, gênero e tantos outros segregacionismos. Cada um de nós é uma pequena peça num imenso mecanismo multidimensional.</p>
<p>As histórias de amizades que transcendem as barreiras imaginárias impostas socialmente servem como exemplo de um exercício básico da compreensão da isogênese e da vivência do fraternismo. A fábula <em>O Príncipe e o Mendigo,</em> do escritor norte-americano Mark Twain, a ficção científica do filme <em>Inimigo Meu</em> (1985), do diretor Wolfgang Petersen, e o relato real, levado ao cinema por Akira Kurosawa, <em>Dersu Uzala</em> (1975) são alegorias desse avanço gradual rumo à maxifraternidade, representado pela amizade entre pessoas muito diferentes que encontram algo em comum. A amizade fraterna provoca um efeito halo, servindo de exemplo para a expansão de uma convivialidade mais universalista.</p>
<p>Compreender a isogênese também implica na necessidade de superar as limitações da ética e da moral humanas, ainda estreitas, e começar a desenvolver a Cosmoética, segundo a qual nossas ações são guiadas pelo princípio: “que aconteça o melhor para todos, em quaisquer dimensões e níveis evolutivos”. A postura cosmoética deve se caracterizar por uma coerência dos pensenes, um pensar, sentir e agir fraternos para com todos os outros. Os preconceitos e os bairrismos não devem ser obstáculos para a interassistência e a convivência sadia entre todas as consciências no Cosmos (maxifraternismo).</p>
<p>Todos têm os mesmos <em>direitos</em> perante seus iguais. O exercício da democracia pela política humana tem sido um ensaio titubeante rumo a uma condição mais avançada de democracia pura, em que a cada um se dá a oportunidade, igual à de todos os outros, de participar nas decisões políticas de sua sociedade. Isso não se contrapõe à meritocracia e a individualidade, já que as consciências têm histórias particulares diferentes e se destacam diferentemente. Embora as oportunidades sejam iguais, os aproveitamentos destas são diversas, tanto em natureza quanto em grau, o que implica que as conquistas evolutivas maiores têm como consequência deveres maiores para com o conjunto das consciências ao nosso redor.</p>
<p>A democracia tende a se ampliar para a constituição, em longo prazo, do Estado Mundial, realização humana máxima baseada na autoconscientização grupal da isogênese, quando se espera que toda a população da Terra constitua uma única sociedade, com um idioma comum, realizando a democracia plena em nível planetário. É possível que o Estado Mundial se ampliará para uma organização ainda maior, se chegarmos a ter contato intrafísico com povos de outros planetas.</p>
<p>Não obstante, a prática da projeção lúcida da consciência para fora do corpo humano nos permite entrar em contato com consciências, também projetadas ou em estágio intervidas, que habitam este e outros planetas (exoprojeção). Essa experiência extracorpórea mostra que não há limites para a convivialidade interconsciencial. Nós mesmos, provavelmente, já habitamos corpos físicos em outros planetas. Já há consciências de todas as partes do universo em constante intercâmbio assistencial e que não possuem raízes, participando, na condição de consciências isogenéticas, dos processos parapolíticos, parassociais, multidimensionais. Somos cidadãos do Cosmos.</p>
<p>Você, leitora ou leitor, lida bem com a diversidade na igualdade? Já concebe os direitos iguais para todos, independentemente de nacionalismos, racismos, etnocentrismos, sexismos ou até mesmo planetarismos?</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Voluntário da Conscienciologia</em></p>
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		<title>ARTIGO: Uma visão conscienciológica do filme Avatar de James Cameron</title>
		<link>http://intercampi.org/2010/02/11/artigo-uma-visao-conscienciologica-do-filme-avatar-de-james-cameron/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 11:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Avatar]]></category>
		<category><![CDATA[James Cameron]]></category>
		<category><![CDATA[Visão conscienciológica]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Thiago Leite* O novíssimo filme dirigido por James Cameron, Avatar, lançado em dezembro de 2009, conta a história de um ex-fuzileiro numa delicada missão: assumir a forma de um habitante da lua Pandora e negociar com os nativos a exploração de um valioso minério. Porém, as intenções do protagonista mudam quando ele é aceito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="Artigo da Semana" width="600" height="100" /></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por <a href="http://intercampi.org/author/thiagolb/" target="_self">Thiago Leite</a>*</em></p>
<p>O novíssimo filme dirigido por James Cameron, <em>Avatar,</em> lançado em dezembro de 2009, conta a história de um ex-fuzileiro numa delicada missão: assumir a forma de um habitante da lua Pandora e negociar com os nativos a exploração de um valioso minério. Porém, as intenções do protagonista mudam quando ele é aceito pela cultura local, tornando-se um deles e lutando ao seu lado para proteger seus interesses, contra os exploradores para quem trabalhava antes.</p>
<p><span id="more-617"></span>Esta obra cinematográfica aborda temas pertinentes à Conscienciologia, como a Cosmoética, o Universalismo e a conscienciofilia e a temas visuais que sugerem fenômenos da Projeciologia, como a ressoma, a projeção consciente e as bioenergias.</p>
<p>No filme, uma empresa terráquea busca o valioso unobtânio, encontrado na lua Pandora e concentrado em área ocupada pelos Na’vi, alienígenas inteligentes com um modo de vida parecido com o de ameríndios. Para obter o metal precioso, os humanos querem retirar os nativos de sua terra em troca de tecnologia, oque não interessa aos  Na’vi  e aqueles recorrem à violência para atingir seu objetivo.</p>
<p>A Cosmoética, segundo a Conscienciologia, é uma ética mais evoluída do que a moral humana e tem como diretriz básica: “aconteça o melhor para todos”. Em Avatar, o interesse comercial de uma empresa se chocam com o dos habitantes de uma floresta extraterrestre. Sem buscar entender as necessidades dos Na’vi, os humanos apelam para o uso da força, impondo seus próprios desejos. Apenas Jake Sully, que após árduo processo se torna um nativo, entende a violência do genocídio e da expulsão pelos humanos, e tenta intervir para proteger os Na&#8217;vi.</p>
<p>Uma postura universalista entenderia que os Na’vi, detentores de inteligência como os humanos e vivendo em perfeita harmonia com a natureza de sua lua natal, têm absoluto direito de decidir os rumos de sua história e do lugar que habitam. A não ser que os humanos viessem intervir com a intenção de evitar algum mal intrínseco a Pandora e a seus habitantes, suas ações não poderiam ser justificadas segundo uma ética universalista, pois se basearam tão-somente em interesses egoicos, prejudicando as oportunidades evolutivas de outro povo.</p>
<p>Ao se tornar um nativo, levando sua mente para um corpo alienígena, Jake Sully experimenta um fenômeno parecido com o que se conhece na Conscienciologia como ressoma, o renascimento da consciência extrafísica (que não possui corpo físico) num novo corpo. Ao ressomar como uma espécie diferente, Sully tem o desafio de superar seus condicionamentos e preconceitos,  aceitando consciências alienígenas como suas iguais, com os mesmos direitos universalistas, pois que detentoras da mesma natureza evolutiva que os humanos.</p>
<p>Além disso, uma nova ressoma é uma oportunidade evolutiva na qual crescemos e temos a oportunidade de realizar um novo projeto de vida, que pode ser benéfico para um grande número de consciências. Na Conscienciologia, entendemos que cada consciência ressoma com uma programação existencial planejada no período intermissivo (entre duas vidas consecutivas). As evidências de que Sully tinha uma missão específica a ser realizada em Pandora vão ficando claras à medida em que aparecem sinais: sua coragem e abertismo; as sementes flutuantes de uma árvore que pousam sobre seu corpo; e sua facilidade para domar uma ave feroz.</p>
<p>Outro fenômeno a que o filme alude é a projeção consciente, ou seja, a saída da consciência fora do corpo físico, manifestando-se com um corpo mais sutil chamado psicossoma. Ao transferir a sede da consciência para outro corpo, Sully experimenta algo semelhante à projeção da consciência para outra dimensão. No corpo Na’vi, ele retoma os movimentos das pernas, tornando-se mais hábil nos aspectos físicos e sensoriais. A sensasão melhora dos atributos é sentida na projeção da consciência, em que o psicossma não tem as limitações de forma e de percepção do corpo físico.</p>
<p>Manifestando-se em corpo Na’vi, Sully consegue se conectar às plantas e animais, de forma parecida com o que a Conscienciologia descreve como fenômenos bioenergéticos. As bioenergias são energias sutis que envolvem e interpenetram os seres vivos, podendo ser manipuladas e intercambiadas. A consciência interessada pode aprender a  usá-las, para ajuda pessoas enfermas ou entender melhor aqueles a quem pretende dar assistência, trocando energias, sentimentos e pensamentos.</p>
<p>A história de Jake Sully pode ser vista como uma alegoria da trajetória evolutiva de uma consciência que adquire uma percepção cada vez mais ampla do universo e das outras consciências, através de uma manifestação multidimensional, desenvolvendo uma perspectiva universalista e cosmoética do universo ao seu redor.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Antropólogo, pesquisador da Conscienciologia e voluntário do INTERCAMPI</em></p>
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		<title>ARTIGO: Diversidade Étnica e Diversidade Consciencial</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 11:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade consciencial]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade étnica]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Thiago Leite, antropólogo, voluntário do INTERCAMPI e pesquisador da Conscienciologia Em praticamente todas as sociedades e culturas, existe a valorização do pertencimento ao grupo e da ascendência hereditária. É comum vermos em nossa própria sociedade o “orgulho de ser brasileiro” (ou qualquer outra nacionalidade ou regionalidade) e a preservação da memória da família e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="Artigo da Semana" width="600" height="100" /></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por <a href="http://intercampi.org/author/thiagolb/" target="_self">Thiago Leite</a></em><em>, antropólogo, voluntário do INTERCAMPI e pesquisador da Conscienciologia</em></p>
<p>Em praticamente todas as sociedades e culturas, existe a valorização do pertencimento ao grupo e da ascendência hereditária. É comum vermos em nossa própria sociedade o “orgulho de ser brasileiro” (ou qualquer outra nacionalidade ou regionalidade) e a preservação da memória da família e da fidelidade às origens genéticas.</p>
<p><span id="more-411"></span>A identidade étnica, segundo a Antropologia, se constrói através de noções como: valores compartilhados em grupo; modo de vida peculiar; um tipo de relação específica com outros grupos humanos; descendência comum, entre outras.</p>
<p>De acordo com a História, sabemos que os grupos étnicos surgem e desaparecem, sofrem cisões e se misturam, mudam o nome e/ou se descaracterizam. Tratam-se de processos inevitáveis que corroboram a atual noção da Biologia de que a espécie humana não se divide em raças, mas possui uma mesma ascendência ancestral que remonta a hominídeos da África pré-histórica.</p>
<p>Portanto, a ciência fisicalista demonstra que a ideia de que cada um de nós precisa se manter fiel aos valores e comportamentos de um determinado grupo ao qual pertencemos socialmente é uma ilusão.</p>
<p>A Conscienciologia apresenta ainda mais argumentos a favor da dessacralização dessas crenças. Segundo o Paradigma Consciencial, cada consciência tem diversas vidas ao longo de sua existência, passando por inúmeros processos de ressoma (também conhecida como reencarnação) e dessoma (morte do corpo físico).</p>
<p>Para sair do estado mais rudimentar de protoconsciência (vírus) e chegar a uma condição evolutiva como a dos seres humanos medianos, é preciso ressomar centenas, milhares de vezes. Ora, considerando as mudanças históricas na constituição dos grupos humanos, ressaltadas acima, é impossível que alguém permaneça renascendo na mesma família ou no mesmo grupo étnico eternamente.</p>
<p>Ao assumir que vivemos várias vezes antes de ter nascido na vida atual e considerando que estivemos inseridos em diversas etnias e diversos grupos humanos, às vezes até antagônicos entre si, como arrogar uma suposta necessidade de manter determinada tradição? O bordão de que devemos ser “fiéis às nossas raízes” esbarra num problema: a qual das inúmeras raízes, ou seja, das inúmeras linhagens a que pertencemos ao longo de nossa existência, devemos ser fiéis?</p>
<p>Isso é ainda mais sério se tivermos em conta a possibilidade de termos vivido em outro planeta, com um corpo físico extremamente diferente do humano, com uma origem evolutiva completamente separada da linhagem animal da Terra.</p>
<p>Dessa forma, ao superar a noção de pertencimento a uma raça, podemos nos considerar, por exemplo, humanistas, o que é uma postura mais evoluída do que a condição etnocêntrica. Mas o humanismo ainda é limitado à espécie humana. Assim, é mais universalista uma postura de respeito às outras espécies vivas deste planeta ou de outros, se considerarmos a existência de vida além da Terra.</p>
<p>Nas projeções da consciência (experiências fora do corpo), podemos entrar em contato direto com consciências, também projetadas, que atualmente vivem em outros planetas e assumem formas bastante alienígenas para os padrões humanos, do mesmo modo que, para elas, os humanos são alienígenas.</p>
<p>Provavelmente, num futuro, próximo ou distante, a humanidade poderá ter contato com espécies alienígenas de outros planetas. Os avanços de programas científicos como o SETI (Search for Extra-Terrestrial Intelligence) e das explorações espaciais se encaminham nessa direção. Quando isso ocorrer, seremos obrigados a rever o conceito de Direitos Humanos e ampliar o escopo de nosso universalismo.</p>
<p>É preciso compreender que o universalismo abrange, obviamente, todo o universo, todas as consciências que o habitam para chegarmos ao ápice de uma ética universalista (ao menos até onde podemos vislumbrar) e, do humanismo, caminharmos para o cosmismo.</p>
<p>Diante disso, podemos ampliar a compreensão de que cada consciência é uma identidade, com sua própria linhagem. Não podemos reduzi-las a grupos étnicos, a nacionalidades ou a nomes de família. “Sou eu mesmo, com minha história particular e conquistas ímpares” é uma afirmação mais realista do que “sou um membro da família Leite”, “sou um brasileiro” ou “sou um ser humano”.</p>
<p>Portanto, não interessa tanto procurar raízes no passado de nossa família, nem adianta buscar no nosso próprio passado individual alguma coisa perdida que precisa ser recuperada e preservada. Olhar para o presente-futuro e construir nossa identidade através da priorização e do discernimento é mais útil para o universo ao nosso redor.</p>
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		<title>ARTIGO: O Mentalsoma</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 15:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mentalsoma]]></category>

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		<description><![CDATA[Na natureza, encontramos uma enorme variedade de seres vivos, com diversas funções fisiológicas e mecanismos adaptados às mais diversas necessidades de sobrevivência. Há animais que possuem um corpo apto a correr, como a zebra, e outros a matar, como o tubarão branco. Há aqueles que desenvolveram, ao longo da evolução, instintos sociais e estabelecem entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="Artigo da Semana" width="600" height="100" /></p>
<p>Na natureza, encontramos uma enorme variedade de seres vivos, com diversas funções fisiológicas e mecanismos adaptados às mais diversas necessidades de sobrevivência. Há animais que possuem um corpo apto a correr, como a zebra, e outros a matar, como o tubarão branco. Há aqueles que desenvolveram, ao longo da evolução, instintos sociais e estabelecem entre seus espécimes e até com outras espécies um complexo relacionamento, como as abelhas e formigas.</p>
<p><span id="more-361"></span>Alguns animais possuem a capacidade de pensar e ponderar sobre os problemas que encontram ao seu redor, e devem isso, em parte, ao cérebro desenvolvido. Entre todos os animais conhecidos na Terra, aquele que possui a maior complexidade do cérebro é o ser humano <em>(Homo sapiens sapiens).</em></p>
<p>O cérebro permite uma vasta gama de atividades mentais: perceber o ambiente ao redor de maneira complexa, relacionando vários sentidos diferentes: associar sentidos, percepções e ideias; lembrar de experiências passadas e criar novos conceitos e inventos, baseando-se no repertório já acumulado dessas experiências; elaborar meios de comunicação que permitem o intercâmbio de ideias entre várias consciências, como, por exemplo, um texto escrito, que pode ser decodificado por alguém que conheça aquele idioma; e muitas outras.</p>
<p>Porém, a consciência é uma realidade muito mais complexa do que aquilo que permitem as funções de um cérebro. A experiência pessoal e a autoinvestigação podem nos mostrar que as funções mentais extrapolam o espaço compreendido pelo encéfalo.</p>
<p>Um exemplo de uma autopercepção que transcende as sensações físicas é a experiência-fora-do-corpo, projeção astral ou projeção da consciência. Nessa experiência, temos a nítida impressão de que nossos processos mentais acontecem fora do cérebro. Além disso, nesse estado nossas sensações ficam até mais aguçadas e nossos processos mentais extrapolam a capacidade e velocidade comuns à vigília física ordinária.</p>
<p>O conceito psicanalítico de inconsciente serviu para explicar como nossa mente pode ser poderosa durante os sonhos ou em estados hipnóticos. Porém, nestes estados, não mantemos a lucidez nem o discernimento. Portanto, a projeção da consciência precisa ser abordada de uma outra maneira, já que é um processo no qual mantemos total controle consciente de nossa mente e de nossas ações.</p>
<p>Outra falha da teoria do inconsciente para explicar a projeção da consciência é que muitos relatos dessas projeções mostram que a pessoa pode perceber coisas muito além do alcance dos sentidos do corpo. Nas experiências de quase morte (EQMs), por exemplo, em que um paciente em mesa de cirurgia passa por um estado de morte cerebral e retorna à vida depois, muitos pacientes relatam ter presenciado, fora do corpo, algum acontecimento que não poderiam ter visto ou ouvido durante o momento em que seu corpo não poderia registrar nenhuma percepção, pois estava morto.</p>
<p>Essas experiências nos levam a especular sobre a existência de um mecanismo não-físico, que permita regular os processos mentais da consciência independentemente do cérebro físico.</p>
<p>Segundo o Paradigma Consciencial, base teórica e prática da Conscienciologia, possuímos, além do corpo físico (soma), um corpo energético (energossoma), um corpo emocional (psicossoma) e um corpo mental (mentalsoma, paracérebro, paracorpo do discernimento). Este seria responsável pela regulação dos processos mentais não-cerebrais, não-físicos. Ele executa as mesmas funções do cérebro físico num nível mais avançado, quando estamos projetados fora do corpo humano. O mentalsoma também acumula experiências, memórias e aprendizados advindos de outras vidas, o que permite que ele seja muito mais complexo do que o cérebro físico.</p>
<p>Sendo mais sutil, mais sofisticado e mais antigo do que o cérebro da atual vida intrafísica, o paracérebro preside o cérebro físico. Todas as atividades intelectuais, reflexivas, de aprendizado e de compreensão são gerenciadas pelo mentalsoma. Atividades como pesquisa, estudo e reflexão ajudam a trazer as capacidades infinitas do mentalsoma para a vida intrafísica. E atitudes mais despojadas e desapegadas em relação à dimensão material nos permite entrar em maior contato com a dimensão mental, onde o mentalsoma se manifesta.</p>
<p>O cérebro humano ainda possui instintos e pulsões animais que precisam ser reprimidos para a convivência harmoniosa da humanidade e para a evolução das consciências a um nível mais universalista e megafraterno. O mentalsoma prescinde desses aspectos subumanos. É interessante desenvolver o discernimento e atitudes mais cosmoéticas, o que possibilita estreitar a conexão do cérebro com o mentalsoma e permite que o paracorpo do discernimento atue na evolução dos seres humanos e da humanidade para uma era mais pautada na interassistência do que na manutenção de desigualdades, guerras e doenças.</p>
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