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	<title>INTERCAMPI &#187; Rute Pinheiro</title>
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	<description>Associação Internacional dos Campi de Pesquisa da Concienciologia</description>
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		<title>ARTIGO: A Influência das Bioenergias na Nossa Vida</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 11:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rute Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bioenergias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rute Pinheiro* Antes de Pasteur provar que seres invisíveis a olho nu, os microorganismos, eram os responsáveis por diversas doenças, milhares de pessoas morriam de infecções simplesmente devido ao fato dos médicos não lavarem as mãos adequadamente entre um atendimento e outro, ou dos instrumentos utilizados não serem devidamente esterilizados. Essa descoberta ajudou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="Artigo da Semana" width="600" height="100" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Rute Pinheiro*</em></p>
<p>Antes de Pasteur provar que seres invisíveis a olho nu, os microorganismos, eram os responsáveis por diversas doenças, milhares de pessoas morriam de infecções simplesmente devido ao fato dos médicos não lavarem as mãos adequadamente entre um atendimento e outro, ou dos instrumentos utilizados não serem devidamente esterilizados. Essa descoberta ajudou a salvar vidas e abriu as portas para o avanço da microbiologia e da imunologia. Vieram então as vacinas e os medicamentos de ponta. A ciência avança cada dia mais no conhecimento sobre estes seres tão pequenos que podem nos causar sérios danos e inclusive levar à morte, como é o caso de alguns vírus e bactérias, a exemplo da KPC, a superbactéria que tem vitimizado pacientes graves e debilitados imunologicamente em diversos hospitais.</p>
<p><span id="more-1146"></span>Mas, até hoje, principalmente nas culturas ocidentais, pouco se sabe e se fala das bioenergias e de suas influências na nossa saúde, talvez por ainda não termos nenhum equipamento que possa detectá-las ou comprovar a sua existência. Já se começa a aceitar, em importantes centros de referência em saúde no Brasil e no mundo, que algumas terapias, a exemplo da homeopatia e da acupuntura, realmente funcionam, devido aos resultados alcançados nos tratamentos. No caso da acupuntura, usada em muitos casos para alívio de diversos tipos de dores, a abordagem ocidental considera que as agulhas inseridas enviam mensagens para o cérebro por meio do sistema nervoso e este então libera elementos químicos (endorfinas) na corrente sanguínea que aliviam a dor. Sob a ótica oriental, onde é usada há séculos pela Medicina Tradicional Chinesa, considera-se que as agulhas colocadas em pontos conectados entre si por canais energéticos, os meridianos, ativariam a energia e ajudariam a equilibrar a saúde de maneira geral.</p>
<p>Quando analisamos a consciência em sua manifestação mais integral, sob o paradigma consciencial utilizado nas pesquisas da Conscienciologia, que considera a atuação da consciência em diversas dimensões, nas quais utiliza diferentes veículos ou corpos (soma, energossoma, psicossoma e mentalsoma), em uma série de existências e com contínua troca energética, observamos que as duas explicações podem ter coerência. A ocidental, ainda que de maneira restrita, por analisar questões fisiológicas relativas ao corpo biológico, e a oriental por analisar a influência do equilíbrio energético na saúde deste corpo biológico, afinal, todos os veículos estão conectados.</p>
<p>A compreensão das bioenergias, que como o próprio nome indica são todas as formas de energia da vida, pode ocorrer através da autoexperimentação. Para isso, existem técnicas energéticas que qualquer pessoa pode exercitar, tanto para desenvolver sua percepção energética como o domínio das próprias energias. Ao descortinar esta realidade, podemos então perceber que estamos imersos em um mar de energias, em uma troca contínua com os ambientes e as outras consciências. Além disso, estas energias são qualificadas com os nossos pensamentos, sentimentos e emoções.</p>
<p>Assim, ao estarmos lúcidos quanto a estes pensamentos e emoções, e a sua influência nas nossas energias, podemos, por nossa vontade, melhorar nosso padrão energético, evitando os desequilíbrios mentais, emocionais, energéticos e por fim somáticos, melhorando desta forma nossa saúde integral. Este equilíbrio holossomático, por sua vez, devido às trocas citadas anteriormente, poderá reverberar nos ambientes por onde passamos e nas nossas inter-relações. Contudo, o domínio das energias exige esforço e perseverança, mas quando conseguimos vivenciar, ainda que não continuamente, estados de homeostase holossomática, percebemos que vale a pena.</p>
<p>Até quando ficaremos estagnados nas limitações das explicações vigentes, como muitos colegas de Pasteur no século XIX, por ainda não termos provas válidas sob o paradigma da ciência convencional? Será que não seria melhor mantermos uma postura mais neofílica e pesquisarmos seriamente as bioenergias e suas influências no nosso dia-a-dia e na nossa saúde? Talvez daí surgissem novas áreas de pesquisa, tais como a Paramicrobiologia e a Paraimunologia. Mas, como diz o Princípio da Descrença utilizado nas pesquisas conscienciológicas, <em>não acredite em nada, nem mesmo no que está escrito neste artigo; experimente; tenha suas experiências pessoais,</em> e assim chegue às suas próprias conclusões.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Bióloga, professora e pesquisadora da Conscienciologia e voluntária do INTERCAMPI</em></p>

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Por Rute Pinheiro*
Antes de Pasteur provar que seres invisíveis a olho nu, os microorganismos, eram os responsáveis por diversas doenças, milhares de pessoas morriam de infecções simplesmente devido ao fato dos médicos não lavarem as mãos ad - http://intercampi.org/2010/11/11/artigo-a-influencia-das-bioenergias-na-nossa-vida/" title="Email this" target="_blank" rel="nofollow"><img src="http://intercampi.org/wp-content/plugins/wp-socializer/public/social-icons/wp-socializer-sprite-mask-32px.gif" alt="Email" style="width:32px; height:32px; background: transparent url(http://intercampi.org/wp-content/plugins/wp-socializer/public/social-icons/wp-socializer-sprite-32px.png) no-repeat; background-position:0px -297px; border:0;"/></a></li> 
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		<title>ARTIGO: Revolução Científica e Revolução Consciencial</title>
		<link>http://intercampi.org/2010/10/21/artigo-revolucao-cientifica-e-revolucao-consciencial/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 11:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rute Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução Consciencial]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rute Pinheiro* Quantos de nós sabemos que dia 16 de outubro foi o dia da Ciência e Tecnologia? Acho que poucos. Mas vivemos em um mundo em que estes dois vetores propiciaram avanços significativos à humanidade. Graças à tecnologia de que dispomos hoje, podemos observar progressos na educação e na comunicação, com o uso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="" width="600" height="100" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Rute Pinheiro*</em></p>
<p>Quantos de nós sabemos que dia 16 de outubro foi o dia da Ciência e Tecnologia? Acho que poucos. Mas vivemos em um mundo em que estes dois vetores propiciaram avanços significativos à humanidade. Graças à tecnologia de que dispomos hoje, podemos observar progressos na educação e na comunicação, com o uso da informática e da internet; na saúde, com uso de equipamentos e tratamentos revolucionários antes inimagináveis; nos transportes, com os trens- balas, aviões que em menos de 24 horas podem nos levar do Brasil à China, viagens ao espaço, etc.; no aumento da produtividade agropecuária e consequentemente econômica que poderá contribuir para a superação da pobreza e de problemas sociais; entre inúmeros outros benefícios que passaríamos horas relacionando.</p>
<p><span id="more-1109"></span>Estas conquistas tecnológicas são em grande parte fruto da revolução científica ocorrida no século XVII, quando pensadores como Kepler e Galileu apresentaram teorias revolucionarias que influenciaram fortemente o pensamento humano, tais como as leis de Kepler sobre a mecânica celeste e a criação de uma versão aprimorada do telescópio refrator que contribuiu para legitimar as descobertas telescópicas do seu contemporâneo Galileu, corroborando a teoria do heliocentrismo. Galileu também considerava que fazer ciência era comprovar através da experiência.</p>
<p>Outra figura-chave na revolução científica foi René Descartes, filósofo e matemático que instituiu a dúvida e desenvolveu o método racional dedutivo, consolidado por Newton, que influencia até hoje os campos do conhecimento científico. Considerava os seres vivos como máquinas para explicá-los cientificamente. É dele a famosa frase <em>“penso, logo existo”.</em> Todas estas ideias levaram o Homem a analisar a natureza utilizando mais a razão e menos as abordagens místicas.</p>
<p>Desta época para os dias atuais, tivemos inúmeros outros grandes pensadores e cientistas que fizeram suas contribuições, mas a limitação a um paradigma materialista dificultou o desenvolvimento paralelo de estudos sobre a consciência humana de forma mais abrangente, relegando muitos fenômenos por ela vivenciados, por serem inexplicáveis e não passíveis de verificação sob o paradigma científico vigente, a uma abordagem mística e/ou religiosa, o que gerou um <em>gap</em> enorme entre o desenvolvimento tecnológico e o desenvolvimento consciencial.</p>
<p>A consciência, assunto muito pesquisado na filosofia da mente, psicologia, neurologia e ciência cognitiva, é provalvemente a estrutura mais complexa que se pode imaginar atualmente. Muitos cientistas já procuram entendê-la, como observado no <em>I Simpósio Internacional Explorando as Fronteiras da Relação Mente-Cérebro</em> (São Paulo, setembro/2010), tentando comprovar que a mente não é apenas um subproduto do cérebro, como o materialismo reducionista defende há mais de 250 anos. Segundo Thomas Kuhn, quando um paradigma não é capaz de resolver todos os problemas, é posto em cheque e começa-se a considerar se é o marco mais adequado para a resolução de tais problemas ou se deve ser substituído, estabelecendo-se assim uma crise, possibilitando o surgimento de novos paradigmas.</p>
<p>A Conscienciologia propõe o estudo da consciência pautado no paradigma consciencial, fundamentado sobre cinco pilares (autopesquisa, holossoma, multidimensionalidade, multiexistencialidade e interações bioenergéticas), e utilizando o princípio da descrença, que sugere que não se acredite em nada e que se procure ter suas experiências pessoais para que, a partir delas, possam-se confirmar suas hipóteses.</p>
<p>O fato de não encontrarmos respostas para algumas questões significa que ainda temos limites para nossos conhecimentos. Por sabermos muito pouco sobre a consciência, não há motivo para aceitarmos qualquer explicação, mais sim continuarmos buscando as respostas, sem apriorismos.</p>
<p>Através do autoconhecimento, pautado no paradigma consciencial, será possível o desenvolvimento de uma ética mais ampla, de um senso de responsabilidade maior quanto a nós mesmos e ao mundo que nos cerca, de uma compreensão dos mecanismos evolutivos e assistenciais, o que poderá levar a humanidade a uma mudança de patamar, onde o nível de maturidade consciencial alcançado seja mais compatível com os galopantes avanços tecnológicos, e assim tenhamos uma existência mais harmônica no planeta.</p>
<p>Talvez desta forma possamos vivenciar uma nova revolução, a Revolução Consciencial, onde o ser humano ou a consciência que somos nós seja a maior descoberta, e esta revolução inicia-se no nosso microuniverso consciencial. Será que nós aceitaremos o desafio?</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Bióloga, professora e pesquisadora da Conscienciologia e voluntária do INTERCAMPI</em></p>

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Por Rute Pinheiro*
Quantos de nós sabemos que dia 16 de outubro foi o dia da Ciência e Tecnologia? Acho que poucos. Mas vivemos em um mundo em que estes dois vetores propiciaram avanços significativos à humanidade. Graças à tecnologia de que d - http://intercampi.org/2010/10/21/artigo-revolucao-cientifica-e-revolucao-consciencial/" title="Email this" target="_blank" rel="nofollow"><img src="http://intercampi.org/wp-content/plugins/wp-socializer/public/social-icons/wp-socializer-sprite-mask-32px.gif" alt="Email" style="width:32px; height:32px; background: transparent url(http://intercampi.org/wp-content/plugins/wp-socializer/public/social-icons/wp-socializer-sprite-32px.png) no-repeat; background-position:0px -297px; border:0;"/></a></li> 
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		<title>ARTIGO: Nísia Floresta: 200 Anos de Vanguardismo</title>
		<link>http://intercampi.org/2010/10/07/artigo-nisia-floresta-200-anos-de-vanguardismo/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 11:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rute Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Nísia Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Vanguardismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rute Pinheiro* Há duzentos anos, no dia 12 de outubro de 1810, nascia em Papari, hoje município de Nísia Floresta, no Rio Grande do Norte, uma mulher admirável e ousada, com ideias muito à frente do seu tempo – Dionísia Gonçalves Pinto, conhecida como Nísia Floresta Brasileira Augusta. Filha de Dionísio Gonçalves Pinto e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="" width="600" height="100" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Rute Pinheiro*</em></p>
<p>Há duzentos anos, no dia 12 de outubro de 1810, nascia em Papari, hoje município de Nísia Floresta, no Rio Grande do Norte, uma mulher admirável e ousada, com ideias muito à frente do seu tempo – Dionísia Gonçalves Pinto, conhecida como Nísia Floresta Brasileira Augusta.</p>
<p><span id="more-1116"></span>Filha de Dionísio Gonçalves Pinto e Antonia Clara Freire, Nísia teve apenas dois filhos, Livia Augusta e Augusto Américo, frutos do seu relacionamento com Manuel Augusto de Faria Rocha, o grande amor da sua vida.</p>
<p>Esta brasileira, adjetivo por ela mesma adotado no seu pseudônimo, apresentava desde jovem uma ampla cultura, ideias invulgares e coragem de defender publicamente, em conferências, publicações de jornais ou livros, seus posicionamentos abolicionistas, indigenistas, republicanos e em prol da valorização da mulher através da educação, o que a fez ser considerada uma das pioneiras do feminismo no Brasil. Estas suas ideias vanguardistas podem ser verificadas em várias de suas obras, dentre as quais seu primeiro livro <em>Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens,</em> publicada quando tinha 22 anos, tradução livre de <em>A Vindication of the Rights of Woman,</em> de Mary Wollstonecraft.</p>
<p>Após sair de Papari, residiu também em Pernambuco, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, no Brasil, e em alguns países europeus, tais como Portugal, Itália e França, onde morreria, em 24 de abril de 1885. Em 1954, seus restos mortais foram trasladados para o Rio Grande do Norte e enterrados em Nísia Floresta. Visitou ainda outros países na Europa, em viagens descritas de tal forma que levam seus leitores a viajarem junto com ela, nos livros <em>Itinerário de uma Viagem à Alemanha</em> e <em>Três Anos na Itália, Seguidos de uma Viagem à Grécia.</em></p>
<p>Mesmo depois de vários anos da sua morte, conforme citado por Constância Duarte, uma das maiores pesquisadoras sobre Nísia Floresta, no seu discurso de recebimento do título de cidadã honorária do RN, Nísia continuava surpreendendo plateias ávidas em conhecer mais a seu respeito, em Lisboa, Madrid, Buenos Aires, Londres, Paris, Varsóvia, Cracóvia, New Orleans e Nova York, algumas das cidades que sediaram congressos nos quais ela falou de nossa escritora.</p>
<p>No Colégio Augusto, no Rio de Janeiro, Nísia aplicava uma pedagogia de vanguarda, trazendo inúmeras inovações ao ensino feminino, tais como o ensino de línguas, gramáticas e literaturas, Geografia e História, prática de Educação Física, e limitação do número de alunas, divergindo de outros estabelecimentos voltados para a educação feminina, assim como da política governamental da época, onde estes conhecimentos não eram considerados prioritários na educação da mulher.</p>
<p>Nísia Floresta teve um total de 15 obras publicadas, algumas com edições em português, francês, italiano e inglês, dentre as quais ressaltamos <em>Conselhos a Minha Filha,</em> com quatro publicações, sendo duas em português, uma em italiano e uma em francês.</p>
<p>Segundo a Conscienciologia, o estudo de biografias de personalidades históricas como Nísia Floresta nos ajuda no processo de autoconhecimento, uma vez que ao analisarmos os traços do biografado podemos refletir sobre qual percentual destas características nós já temos desenvolvido em nós mesmos ou não.</p>
<p>Nísia Floresta pode ser considerada uma mulher de cultura invulgar, energia inquebrantável, autodidatismo, poliglotismo, audácia, ousadia, agudeza, assistencialidade, vanguardismo, lucidez, poder descritivo, cultura polimorfa, determinação, fraternismo, dentre outros traços marcantes.</p>
<p>Se uma mulher, numa época em que mulher não tinha sequer direito à educação igualitária, nem muito menos direitos políticos, conseguia se posicionar e defender publicamente seus ideais, vale a pena refletirmos quanto às nossas posturas e posicionamentos, no atual contexto em que estamos inseridos, com a facilidade de acesso às informações e liberdade de expressão que temos. Quantos de nós sequer assumimos as responsabilidades perante nós mesmos, nossa evolução, ou nos preocupamos em contribuir para melhorar a realidade da cidade, do país ou do planeta em que vivemos?</p>
<p>Nísia, uma potiguar do século XIX, fez com que suas ideias repercutissem na Europa, para a abolição da escravatura no Brasil, como relatado em Duarte (1995), <em>“tais apelos de Nísia Floresta, escritos em francês e em italiano, com circulação entre os mais altos intelectuais da Europa, contribuíram para preparar a intervenção da Junta Francesa de Emancipação, em 1866, junto ao Imperador, pedindo-lhe a abolição da escravatura no Brasil”.</em></p>
<p>E você, leitor ou leitora, já parou para observar seus traços pessoais e utilizá-los em prol de você mesmo ou do seu próximo? Se não assumirmos nossos traços pessoais, nossas potencialidades, e nos posicionarmos perante a vida e a evolução, seguiremos à deriva, no rumo do que os outros decidirem. Na vida, se você não decide, alguém decide por você.</p>
<p>Nísia Floresta foi sem dúvida uma grande personalidade do século XIX, e o seu trabalho de educação e busca de conscientização da sociedade da época pode-se considerar excepcional, tendo contribuído com muitas das lutas as quais defendeu.</p>
<p>Agora, cabe a cada um de nós, personalidades do século XXI, contribuir com nossos melhores pensamentos, sentimentos, energias e ações para um mundo melhor, e assim, a exemplo de Nísia Floresta, conseguirmos gerar repercussões não apenas em países, mas no cosmos, em prol do desenvolvimento de uma humanidade mais fraterna e universalista.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Bióloga, professora e pesquisadora da Conscienciologia e voluntária do INTERCAMPI</em></p>

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Por Rute Pinheiro*
Há duzentos anos, no dia 12 de outubro de 1810, nascia em Papari, hoje município de Nísia Floresta, no Rio Grande do Norte, uma mulher admirável e ousada, com ideias muito à frente do seu tempo – Dionísia Gonçalves Pinto, - http://intercampi.org/2010/10/07/artigo-nisia-floresta-200-anos-de-vanguardismo/" title="Email this" target="_blank" rel="nofollow"><img src="http://intercampi.org/wp-content/plugins/wp-socializer/public/social-icons/wp-socializer-sprite-mask-32px.gif" alt="Email" style="width:32px; height:32px; background: transparent url(http://intercampi.org/wp-content/plugins/wp-socializer/public/social-icons/wp-socializer-sprite-32px.png) no-repeat; background-position:0px -297px; border:0;"/></a></li> 
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		<title>ARTIGO: Antidispersividade e Foco Evolutivo</title>
		<link>http://intercampi.org/2010/09/30/artigo-antidispersividade-e-foco-evolutivo/</link>
		<comments>http://intercampi.org/2010/09/30/artigo-antidispersividade-e-foco-evolutivo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 11:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rute Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Antidispersividade]]></category>
		<category><![CDATA[Foco evolutivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rute Pinheiro* A dispersão mental ou atenção saltuária é um problema que acomete a um grande número de pessoas nos dias atuais. No mundo globalizado, com internet, redes sociais, programas televisivos 24 horas, rádios e meios de comunicação impressos, além das atividades profissionais, familiares e sociais, a quantidade de estímulos a que estamos expostos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="" width="600" height="100" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Rute Pinheiro*</em></p>
<p>A dispersão mental ou atenção saltuária é um problema que acomete a um grande número de pessoas nos dias atuais. No mundo globalizado, com internet, redes sociais, programas televisivos 24 horas, rádios e meios de comunicação impressos, além das atividades profissionais, familiares e sociais, a quantidade de estímulos a que estamos expostos todos os dias é muito maior que a de uma pessoa em boa parte da sua vida na idade média. Este fato é positivo por um lado por aumentar as inter-relações pessoais e possibilitar a transmissão da informação aos recantos mais longínquos do planeta, mas, caso o indivíduo não tenha claros os seus objetivos de vida, pode se influenciar negativamente levando a uma rotina estressante ou alienante muitas vezes improdutiva do ponto de vista evolutivo.</p>
<p><span id="more-1099"></span>A falta de concentração leva a dispersão de ideias e de ações, gerando na maioria das vezes o incompletismo de raciocínios e de atividades, projetos etc. Prejudica também o processo de memorização, uma vez que a falta de atenção a determinado assunto ou situação dificulta o processo de rememoração posterior. <em>Como podemos nos lembrar de algo a que não demos atenção?</em> Esta dispersão mental ou atenção saltuária, comum em pessoas taquipsíquicas, gera um turbilhão de pensamentos, sentimentos e energias (pensenes) difícil de organizar, ocasionando processos de ansiedade e insatisfação íntima por se pensar em várias coisas ao mesmo tempo e não conseguir concluir nenhuma. <em>Quantas vezes perdemos o sono à noite pensando no que não foi feito ou no se tem a fazer no dia seguinte?</em> Pode também refletir em dificuldades de relacionamento, pelo fato do disperso não saber ouvir o outro, com a devida atenção focada na necessidade dele e não na própria.</p>
<p>Sob a ótica da Conscienciologia, considerando-se a consciência de maneira integral, a dispersividade repercute multidimensionalmente, gerando uma série de desordens holossomáticas, ou seja, afeta os atributos mentais, interferindo em processos emocionais (ansiedade, agitação, irritação, etc.), alterando ou desorganizando as energias (entropia energética), podendo chegar ao processo da somatização (doenças, dores de cabeça, dores musculares, alergias, etc.). Esta desordem consciencial geral tende a ocasionar o incompletismo existencial, ou seja, não realização do que nos propusemos a fazer nesta vida, que pode ser observado através dos incompletismos nos planejamentos diários, semanais, mensais, anuais, etc.</p>
<p>A dispersão pensênica é um processo contínuo, tendo em vista que, por se tratar de um processo inicialmente mental, pode ocorrer todo o tempo em que a consciência estiver tanto na vigília física ordinária, como nos períodos de sono, uma vez que apenas o corpo físico dorme, continuando a consciência a se manifestar em outras dimensões.</p>
<p>Estando manifestada em dimensões extrafísicas, a consciência com este problema de concentração mental encontrará dificuldade na manutenção da lucidez e no controle projetivo, uma vez que ao mudar o foco do pensamento, mudará também o local de manifestação. Esta situação poderá gerar dificuldades de realização de tarefas assistenciais mais complexas que exijam uma estabilidade maior da consciência num determinado ambiente extrafísico, além do controle pensênico para não comprometer a qualidade da assistência por emitir pensamentos inadequados sobre a situação ou consciências que estejam sendo assistidas.</p>
<p>Assim, a superação da dispersividade possibilita a organização pensênica e holossomática, facilitando o processo de acabativa de planejamentos e a manutenção do foco evolutivo prioritário. A retilinearidade do pensamento pode proporcionar o apaziguamento ou serenização das emoções, facilitando a organização das energias e manutenção do equilíbrio somático.</p>
<p>Partindo-se do princípio de que a organização é um dos aspectos fundamentais para a evolução, a solução deste problema torna-se relevante para que a consciência consiga organizar-se de tal forma que possibilite alcançar o completismo existencial. Considerando também a manifestação extrafísica, como já citado anteriormente, a resolução deste problema permitirá que a consciência qualifique a sua assistência, saia do sub-nível e passe a atuar <em>ombro-a-ombro</em> com os amparadores, consciências extrafísicas mais evoluídas. <em>Como os amparadores poderão contar com alguém que não consegue controlar nem os próprios pensamentos?</em></p>
<p><em>Você já parou para pensar qual o seu foco nesta vida ou ainda continua vivendo a deriva? Como já dizia Sêneca, “não há vento favorável para quem não sabe aonde vai”.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>*Biológoa, professora, pesquisadora da Conscienciologia e voluntária do INTERCAMPI</em></p>

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Por Rute Pinheiro*
A dispersão mental ou atenção saltuária é um problema que acomete a um grande número de pessoas nos dias atuais. No mundo globalizado, com internet, redes sociais, programas televisivos 24 horas, rádios e meios de comunica - http://intercampi.org/2010/09/30/artigo-antidispersividade-e-foco-evolutivo/" title="Email this" target="_blank" rel="nofollow"><img src="http://intercampi.org/wp-content/plugins/wp-socializer/public/social-icons/wp-socializer-sprite-mask-32px.gif" alt="Email" style="width:32px; height:32px; background: transparent url(http://intercampi.org/wp-content/plugins/wp-socializer/public/social-icons/wp-socializer-sprite-32px.png) no-repeat; background-position:0px -297px; border:0;"/></a></li> 
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		<title>ARTIGO: Autopesquisa através de Biografias</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 11:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rute Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Autopesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Biografias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rute Pinheiro* A autopesquisa é um processo essencial para aquele que tem o interesse em conhecer-se, em compreender como funciona em todas as suas manifestações nesta vida física, em como se relaciona com as pessoas que estão ao seu redor e mais ainda, é útil para quem está disposto a utilizar a informação que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="Artigo da Semana" width="600" height="100" /><br />
<em> Por Rute Pinheiro*</em></p>
<p>A autopesquisa é um processo essencial para aquele que tem o interesse em conhecer-se, em compreender como funciona em todas as suas manifestações nesta vida física, em como se relaciona com as pessoas que estão ao seu redor e mais ainda, é útil para quem está disposto a utilizar a informação que tem sobre si mesmo para promover reciclagens íntimas e se tornar um ser humano melhor, ou seja, para evoluir e contribuir para a evolução da humanidade.</p>
<p><span id="more-844"></span>Não  é uma tarefa tão simples e exige esforço contínuo e motivação, uma vez que quando começamos a olhar para nós mesmos vemos nossas qualidades e traços de personalidade maduros, mas também descortinamos uma série de imaturidades que nem sempre são agradáveis e que, no geral, tentamos esconder, inclusive de nós mesmos. Mas e daí? Para mudarmos algo, o primeiro passo é identificá-lo e assumir que somos seres em evolução, que estamos aqui para aprender. A partir deste ponto, podemos desdramatizar e buscar técnicas diversas para trabalharmos e superarmos esses traços imaturos, bem como, desenvolvermos ou adquirirmos traços maduros ou descobrir atributos conscienciais que sequer imaginávamos ter.</p>
<p>Segundo a Conscienciologia, somos seres multimilenares, já tendo passado por diversas experiências em períodos de vida anteriores e períodos intermissivos (entre vidas), utilizando vários veículos ou corpos (holossoma) para nos manifestarmos tanto nesta dimensão física como em outras dimensões extrafísicas, realizando trocas energéticas com os ambientes e com outras consciências. Assim, os traços que apresentamos nesta vida atual, além da influência genética e mesológica, também sofrem as influências das nossas experiências passadas, e esses traços muitas vezes milenares, não serão mudados num passe de mágica. Por isso, faz-se necessário todo um processo de reeducação, que poderá levar, em casos mais sérios, vários anos para que possamos observar as superações. O importante é estarmos decididos e não esmorecermos durante a caminhada. Os resultados compensam, experimentem.</p>
<p>Uma das técnicas que podem ser utilizadas para a autopesquisa é a <em>autopesquisa através de biografias,</em> quando escolhemos uma personalidade que nos interessa e observamos os seus traços pessoais, tanto maduros quanto imaturos, através da sua história de vida, dos feitos realizados, dos depoimentos existentes sobre ela, da sua forma de relacionar-se com os demais e de todas as informações disponíveis. Fazemos registros e análises desses traços e então mudamos o foco do biografado para nós mesmos, passando a observar quais destes traços identificados nós também apresentamos ou aqueles aspectos de sua biografia que nos chamaram atenção.</p>
<p>O exercício da análise conscienciométrica do outro, pelo fato de sermos “apenas” observadores, gera um <em>know how</em> que facilita posteriormente, o olhar sobre nós mesmos de forma menos emocional e mais técnica. Podemos então aplicar a técnica autobiográfica, através de registros de todas as fases da nossa vida, procurando identificar os traços apresentados em cada uma delas. Em consonância, é possível utilizar outra técnica de autopesquisa similar/complementar que é a autoconscienciometria, constituída de quatro etapas: autoinvestigação, autodiagnóstico, autoenfrentamento e autossuperação.</p>
<p>Segundo Alexandre Nonato, autor do livro <em>JK e os Bastidores da Construção de Brasília (Sob a ótica da Conscienciologia), “O estudo biográfico permite ao autopesquisador interessado descobrir as próprias potencialidades latentes, através, por exemplo, do cotejo e das reflexões sobre os aspectos que lhe chamaram a atenção na leitura.”</em> Ele considera a autopesquisa como <em>“o estudo técnico e prioritário de si mesmo, dos trafores (traços força ou maturidades) e trafares (traços fardos ou imaturidades), tendências, talentos, aptidões, autocorrupções, levando ao aumento da autocrítica no dia a dia.”</em></p>
<p>Temos hoje a nossa disposição muitas biografias interessantes a serem pesquisadas, de personalidades que marcaram a evolução da humanidade, a exemplo da potiguar educadora Nísia Floresta entre outras, que poderíamos passar a ler com olhos mais aguçados, observando as entrelinhas e identificando os traços que as tornaram singulares e especiais. Quem sabe com esse movimento, desenvolvemos também nossas singularidades em prol da nossa evolução e do grupo evolutivo que chamamos humanidade, e passemos a ter nossa biografia como referência exemplar para as gerações futuras.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Bióloga, voluntária, pesquisadora e professora do INTERCAMPI</em></p>

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 <li><a href="mailto:intercampi@gmail.com?subject=ARTIGO: Autopesquisa através de Biografias&amp;body=
 Por Rute Pinheiro*

A autopesquisa é um processo essencial para aquele que tem o interesse em conhecer-se, em compreender como funciona em todas as suas manifestações nesta vida física, em como se relaciona com as pessoas que estão ao seu redo - http://intercampi.org/2010/05/20/artigo-autopesquisa-atraves-de-biografias/" title="Email this" target="_blank" rel="nofollow"><img src="http://intercampi.org/wp-content/plugins/wp-socializer/public/social-icons/wp-socializer-sprite-mask-32px.gif" alt="Email" style="width:32px; height:32px; background: transparent url(http://intercampi.org/wp-content/plugins/wp-socializer/public/social-icons/wp-socializer-sprite-32px.png) no-repeat; background-position:0px -297px; border:0;"/></a></li> 
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		<title>ARTIGO: Profissão: Assistente Consciencial</title>
		<link>http://intercampi.org/2010/02/25/artigo-profissao-assistente-consciencial/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 11:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rute Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Assistente consciencial]]></category>
		<category><![CDATA[Profissão]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rute Pinheiro* O mundo globalizado no qual nos encontramos, na atualidade, exige cada vez mais uma qualificação maior das pessoas. Observamos um número crescente de cursos técnicos e universitários, e a proliferação de faculdades e universidades para atender a demanda de pessoas que precisam de uma formação especializada para conseguir um espaço no mercado. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="Artigo da Semana" width="600" height="100" /></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por <a href="http://intercampi.org/author/rutepinheiro/" target="_self">Rute Pinheiro</a>*</em></p>
<p>O mundo globalizado no qual nos encontramos, na atualidade, exige cada vez mais uma qualificação maior das pessoas. Observamos um número crescente de cursos técnicos e universitários, e a proliferação de faculdades e universidades para atender a demanda de pessoas que precisam de uma formação especializada para conseguir um espaço no mercado. Para isso, faz-se necessário investirmos tempo e recursos financeiros para que possamos nos manter constantemente atualizados e acompanharmos os avanços tecnológicos e científicos essenciais a um profissional qualificado.</p>
<p><span id="more-637"></span>Quando gostamos de fazer alguma atividade e a escolhemos como profissão, não basta simplesmente a intenção ou o querer fazer. Teremos que correr atrás do que for necessário para podermos desempenhar tal tarefa. Por exemplo, uma pessoa que deseja cuidar da saúde dos outros precisará fazer um curso na área biomédica, como medicina, para saber como atuar nas mais diversas situações, que procedimentos serão necessários, quais os melhores medicamentos, etc. Caso este profissional não se mantenha atualizado constantemente, ele poderá comprometer a qualidade da sua atuação profissional. O mesmo se aplica a toda e qualquer profissão que venhamos a realizar.</p>
<p>Se ampliarmos um pouco nossa visão de mundo, não a restringindo ao paradigma materialista, e, sim, seguir a ótica do paradigma consciencial que considera a consciência de maneira integral, atuando bioenergeticamente em várias dimensões, nas quais utiliza veículos de manifestação diversos, e em uma série de existências, veremos que esta qualificação neste âmbito também é essencial para que possamos evoluir e realizar as tarefas às quais nos propusemos antes de renascer.</p>
<p>Observando o mundo caótico que nos cerca, vemos o quanto estamos precisando de pessoas que se disponibilizem para assistir os outros. Temos o caso recente do terremoto no Haiti e a necessidade de que voluntários ajudem nas mais diversas áreas, e para isso muitas pessoas com formações variadas foram para lá dar sua parcela de contribuição, desde a distribuição de comida à reconstrução de prédios ou cuidados com a saúde dos enfermos.</p>
<p>Esta assistência é sem dúvida importante, mas a maioria das pessoas desconhece outras formas de assistirmos outrem, inclusive à distância. Assistir as consciências (princípios individuais inteligentes que somos), tanto as que estão vivendo nesta dimensão material como aquelas que morreram e estão carentes de assistência em outras dimensões. Isso pode ser feito através da transmissão de bioenergias de forma lúcida e voluntária, estando o assistente acordado ou dormindo, dentro ou fora do corpo físico, realizando tarefas assistenciais em várias dimensões (física e extrafísicas).</p>
<p>Uma técnica assistencial proposta pelo Prof. Waldo Vieira, propositor das ciências Conscienciologia e Projeciologia, é a TENEPES – Tarefa Energética Pessoal, em que a pessoa se disponibiliza todos os dias, durante uma hora, a doar suas energias para serem utilizadas na assistência a outras consciências. Tarefa assistencial bastante útil e realizada ainda por um número muito pequeno de pessoas.</p>
<p>Assim, caso tenhamos como proposição de vida, independente da profissão que executemos no dia-a-dia, nos tornarmos assistentes neste planeta hospital, condição natural no processo evolutivo, o primeiro passo é a intenção. Contudo, a exemplo da qualificação necessária para desempenharmos qualquer atividade, não adianta simplesmente querermos assistir as outras consciências se não investirmos na autoassistência, ou seja, reciclagens íntimas, domínio energético, desenvolvimento da lucidez fora do corpo, entre outras condições sem as quais teremos muitos limitantes no desenvolvimento da assistência, inclusive a dificuldade de interação com os amparadores que nos ajudam e orientam nesta tarefa.</p>
<p>Se quisermos sair da condição amadora e nos tornar <em>profissionais da assistência,</em> essa qualificação é inevitável e pode ser alcançada através do esforço pessoal e da informação que pode ser obtida nos cursos disponibilizados por diversas instituições conscienciocêntricas, na leitura e estudo de uma série de artigos e obras publicadas, e na prática contínua de exercícios energéticos que depende unicamente da nossa vontade e auto-organização. Fica, então, o convite: que tal você incluir no seu currículo evolutivo a condição de “Profissão: Assistente Consciencial”? Só depende de você.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Bióloga, voluntária, pesquisadora e professora do INTERCAMPI</em></p>

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Por Rute Pinheiro*

O mundo globalizado no qual nos encontramos, na atualidade, exige cada vez mais uma qualificação maior das pessoas. Observamos um número crescente de cursos técnicos e universitários, e a proliferação de faculdades e unive - http://intercampi.org/2010/02/25/artigo-profissao-assistente-consciencial/" title="Email this" target="_blank" rel="nofollow"><img src="http://intercampi.org/wp-content/plugins/wp-socializer/public/social-icons/wp-socializer-sprite-mask-32px.gif" alt="Email" style="width:32px; height:32px; background: transparent url(http://intercampi.org/wp-content/plugins/wp-socializer/public/social-icons/wp-socializer-sprite-32px.png) no-repeat; background-position:0px -297px; border:0;"/></a></li> 
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		<title>ARTIGO: Bioenergias e Inter-relações Conscienciais</title>
		<link>http://intercampi.org/2009/10/15/artigo-bioenergias-e-inter-relacoes-conscienciais/</link>
		<comments>http://intercampi.org/2009/10/15/artigo-bioenergias-e-inter-relacoes-conscienciais/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 11:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rute Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bioenergias]]></category>
		<category><![CDATA[Inter-relações conscienciais]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rute Pinheiro, bióloga, voluntária, professora e pesquisadora da Conscienciologia As inter-relações conscienciais referem-se à relação que ocorre entre as pessoas nos mais diversos ambientes onde elas atuam, seja no convívio familiar, social ou profissional, não apenas nesta dimensão física, mas também em outras dimensões mais sutis em que a consciência se manifesta. Se fizermos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="Artigo da Semana" width="600" height="100" /></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por <a href="http://intercampi.org/author/rutepinheiro/" target="_self">Rute Pinheiro</a>, bióloga, voluntária, professora e pesquisadora da Conscienciologia</em></p>
<p>As inter-relações conscienciais referem-se à relação que ocorre entre as pessoas nos mais diversos ambientes onde elas atuam, seja no convívio familiar, social ou profissional, não apenas nesta dimensão física, mas também em outras dimensões mais sutis em que a consciência se manifesta.</p>
<p><span id="more-432"></span>Se fizermos uma análise da quantidade de contatos que tínhamos em épocas passadas e as possibilidades de relacionamentos que temos hoje, veremos que em apenas uma semana podemos encontrar e trocar experiências com mais gente do que poderíamos em toda uma vida no século XII, por exemplo.</p>
<p>A intensidade e diversificação dos contatos interpessoais que temos na atualidade geram um turbilhão de ações e reações que refletem nossos traços, valores, princípios, emoções e forma de encarar o mundo que nos cerca. Em função disso, hoje, já existem pesquisas e terapias para tratar problemas de relacionamentos até virtuais, o que expressa a necessidade de termos a compreensão do funcionamento da consciência, ou seja, de nós mesmos, e as formas que temos de nos relacionarmos com o mundo.</p>
<p>A globalização aproximou culturas, com costumes muitas vezes conflitantes e nós precisamos estar preparados para interagirmos, seja no nosso dia-a-dia ou em viagens que realizamos, de forma harmônica, mantendo nossos posicionamentos, mas ao mesmo tempo respeitando o das outras pessoas. Interagir com diferenças pode ocasionar conflitos pessoais e sociais ao modo dos existentes, atualmente, no planeta e que podemos observar ao nosso redor, seja presencialmente, seja através dos meios de comunicação, nos quais há um nível assustador de violência e guerras.</p>
<p>E o que fazer para mudar esta realidade? Será que se eu me conhecer melhor e souber como funciono isso afetará os meus relacionamentos com os outros e repercutirá nos meus grupos de convivência ou quem sabe no mundo?</p>
<p>Uma coisa é fato: não podemos obrigar o outro a mudar. Mas, se este ‘outro’ formos nós, a situação não seria tão ruim assim, afinal, a decisão de mudança estaria em nossas mãos.</p>
<p>Confúcio já dizia, a cerca de 2.500 anos atrás, “paz no espírito interior, no país e no mundo”, ou seja, se estivermos em paz conosco, é mais fácil estarmos em paz com o outro, e assim por diante.</p>
<p>Para nos conhecermos melhor podemos aplicar diversas técnicas de autopesquisa, seja através de registros pessoais, listagem de traços maduros e imaturos, realização de cursos, de terapias e muitas outras.</p>
<p>A Conscienciologia apresenta propostas de autopesquisa que extrapolam a realidade puramente física, utilizando, além das técnicas citadas anteriormente, os registros de experiências extrafísicas e parapercepções pelo uso de laboratórios conscienciais, a Consciencioterapia, técnicas bioenergéticas, entre outras.</p>
<p>O domínio energético influencia diretamente as inter-relações pessoais, uma vez que, cientes ou não desta realidade, estamos trocando energias a todo instante, e o padrão de energia dos outros interfere nas minhas ações e reações e vice-versa. A pressão externa sempre vai existir, assim precisamos manter a sustentabilidade do nosso campo energético, para nos mantermos equilibrados e podermos interagir de forma mais assistencial e menos conflituosa com as demais consciências.</p>
<p>É possível romper os ciclos viciosos de desentendimento, a exemplo do homem que chutou o cachorro porque o chefe brigou com ele. A busca de compreensão e posturas mais fraternas podem ser o primeiro passo para melhorarmos o nível das inter-relações entre as pessoas.</p>
<p>A lucidez multidimensional, o domínio energético e a higidez dos nossos pensamentos e sentimentos são significativos para a qualificação dos nossos inter-relacionamentos e conseqüentemente favorece ao desenvolvimento de técnicas assistenciais evoluídas que contribuirão para a construção de um planeta melhor.</p>
<p>Será  que já pensamos qual a nossa parcela de responsabilidade pela realidade do planeta em que vivemos? Estamos contribuindo de alguma forma para melhorar os inter-relacionamentos da humanidade?</p>
<p>“Se resolvermos nossos problemas, poderemos resolver os problemas do mundo, uma vez que somos nós que fazemos o mundo” (pensamento Chinês).</p>

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Por Rute Pinheiro, bióloga, voluntária, professora e pesquisadora da Conscienciologia

As inter-relações conscienciais referem-se à relação que ocorre entre as pessoas nos mais diversos ambientes onde elas atuam, seja no convívio familiar, s - http://intercampi.org/2009/10/15/artigo-bioenergias-e-inter-relacoes-conscienciais/" title="Email this" target="_blank" rel="nofollow"><img src="http://intercampi.org/wp-content/plugins/wp-socializer/public/social-icons/wp-socializer-sprite-mask-32px.gif" alt="Email" style="width:32px; height:32px; background: transparent url(http://intercampi.org/wp-content/plugins/wp-socializer/public/social-icons/wp-socializer-sprite-32px.png) no-repeat; background-position:0px -297px; border:0;"/></a></li> 
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		<title>ARTIGO: Viagens Assistenciais</title>
		<link>http://intercampi.org/2009/10/01/artigo-viagens-assistenciais/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 11:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rute Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens assistenciais]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rute Pinheiro, bióloga, professora e pesquisadora de Conscienciologia Nos dias atuais, viajar vem se tornando uma atividade cada vez mais comum para as pessoas, devido às facilidades dos meios de locomoção, a exemplo dos trens de alta velocidade e dos aviões, que podem nos transportar para o outro lado do mundo em algumas horas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Artigo da Semana" src="http://intercampi.org/wp-content/uploads/2009/08/Artigo.jpg" alt="Artigo da Semana" width="600" height="100" /></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por <a href="http://intercampi.org/author/rutepinheiro/" target="_self">Rute Pinheiro</a></em><em>, bióloga, professora e pesquisadora de Conscienciologia</em></p>
<p>Nos dias atuais, viajar vem se tornando uma atividade cada vez mais comum para as pessoas, devido às facilidades dos meios de locomoção, a exemplo dos trens de alta velocidade e dos aviões, que podem nos transportar para o outro lado do mundo em algumas horas.</p>
<p><span id="more-406"></span>Por sua vez, o Turismo, definido como a ação ou efeito de viajar com fins de entretenimento e outras finalidades, é uma atividade que vem se desenvolvendo no mundo todo, com mais de 40 modalidades, tais como o turismo de aventura, científico, cultural, de eventos, náutico, de saúde, entre outros.</p>
<p>Por que não pensarmos, então, no turismo assistencial, onde a pessoa aproveitaria a oportunidade de viagem para promover a auto e heteroassistência?</p>
<p>O ser humano pode entrar em contato com outras culturas, com princípios e valores diversos, através de livros, revistas, jornais, televisão e internet, mas a informação ainda é apenas teórica, não existindo a experiência pessoal, o contato direto com estas diferentes realidades e a interação maior com consciências dos locais visitados.</p>
<p>A experiência do viajar, principalmente nas viagens internacionais, propicia um redimensionamento de valores e conceitos pessoais e pode gerar oportunidades de reflexões íntimas quanto a nossa realidade consciencial e a importância das interações que temos por onde passamos para a nossa evolução.</p>
<p>Os impactos que comportamentos e costumes diferentes geram em nós mesmos servem de elemento útil no processo de auto-observação, possibilitando a análise do nível de abertismo e universalismo real que apresentamos.</p>
<p>Estas experiências novas têm um papel fundamental no processo de aprendizagem contínua da consciência, desde que ela esteja disposta a fazer reciclagens íntimas, promovendo a auto-assistência, ou seja, a assistência a si mesma, tornando a viagem benéfica ao próprio viajante. As viagens internacionais são verdadeiros laboratórios de pesquisa.</p>
<p>É importante estar atento para que as viagens constantes não se tornem fugas de conflitos íntimos, lembrando que não importa onde nós estejamos porque o nosso microuniverso consciencial estará conosco.</p>
<p>No entanto, quando o viajante torna-se lúcido para a oportunidade evolutiva que é o viajar, e passa a planejar suas viagens, mantendo o foco na assistência, com posturas mais fraternas, abre-se então a possibilidade de expandir esta assistência para as consciências dos locais visitados, atuando como um agente reurbanizador. Também se tem a chance de limpar rastros energéticos imaturos deixados em outras existências e retratar-se com conhecidos do passado. Contudo, não podemos ser ingênuos porque essas experiências exigem discernimento.</p>
<p>Ao considerar a consciência de forma integral, atuante em múltiplas dimensões, inserida em uma série de existências físicas, e em contínuas trocas energéticas, como propõe o paradigma consciencial, é necessário ter uma boa desenvoltura energética para que se possa interagir positivamente com ambientes e pessoas, mantendo um equilíbrio físico, energético, emocional e mental.</p>
<p>Esta sustentabilidade energética pode ser adquirida através do uso de técnicas simples, como o Estado Vibracional (EV), produzido através da mobilização das energias da cabeça aos pés em um circuito fechado, através da própria vontade.</p>
<p>Segundo Waldo Vieira (1932 &#8211; ), <em>o nomadismo consciencial é a condição evolutiva de tornar a consciência o mais centrada possível, de modo a ser mais equilibrada e se deslocar cada vez mais intrafisicamente, inicialmente, e também interdimensionalmente, em um estágio mais avançado.</em></p>
<p>Assim, as viagens poderão contribuir para a aceleração da evolução dos viajantes assistenciais, que terão em uma vida a possibilidade de ampliar suas interações conscienciais e assistir a um número cada vez maior de consciências.</p>
<p>Para a pesquisadora Kátia Arakaki, <em>enquanto a consciência não deixar seu país para vivenciar outras culturas, o mundo ainda é conceito teórico no seu microuniverso.</em> Para quem quiser aprofundar-se no tema, sugere-se a leitura do livro <em><a href="http://www.shopcons.com.br/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&amp;codigo_produto=91" target="_blank">Viagens Internacionais: o Nomadismo da Conscienciologia</a></em><em>,</em> de Kátia Arakaki (2005).</p>

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Por Rute Pinheiro, bióloga, professora e pesquisadora de Conscienciologia

Nos dias atuais, viajar vem se tornando uma atividade cada vez mais comum para as pessoas, devido às facilidades dos meios de locomoção, a exemplo dos trens de alta veloc - http://intercampi.org/2009/10/01/artigo-viagens-assistenciais/" title="Email this" target="_blank" rel="nofollow"><img src="http://intercampi.org/wp-content/plugins/wp-socializer/public/social-icons/wp-socializer-sprite-mask-32px.gif" alt="Email" style="width:32px; height:32px; background: transparent url(http://intercampi.org/wp-content/plugins/wp-socializer/public/social-icons/wp-socializer-sprite-32px.png) no-repeat; background-position:0px -297px; border:0;"/></a></li> 
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